Monopólio, posse, privilégio, pacto, acordo, provocação… no fundo, por todo o lado, a tendência é sempre a mesma e resume-se à mesma coisa, a acordos de “cooperação” que buscam manter (entre elas) o Poder e limitando a concorrência, a diferença é que uns são ilegais e os outros foram legalizados.
No México, tem os carteis da droga, na Venezuela ou com, qualquer tipo de governo autoritário, notamos a subjacente mentalidade controladora, onde aspiram, sempre, à glória de mandar… na vida dos outros todos (apesar da maioria deles nunca ter criado riqueza, nem ter produzido nada, apenas dão à língua e, alguns, com cursos que nunca praticaram, ou seja, muito teoria, misturada com muitas manias de superioridade, moral e intelectual).
As desculpas, para as imposições legislativas, podem parecer sempre boas, como, por exemplo, a droga fazer mal mas, comida geneticamente modificada e drogas, com químicos bem piores, criadas e distribuídas por grandes Corporações, essas passam, automaticamente, a ser todas boas 😉 Há muito tempo que se nota que não querem, nem lhes interessa, gerir nada mas, apenas, ver quem, entre eles, consegue mandar mais ou ter mais Poder. É tipo desporto, como assistir a campeonatos de ténis, onde as bolas, somos sempre nós e, as únicas que, servem, unicamente, para levar pancada.
Isto de pensar que chegam ao Poder e têm “carta branca” para fazerem o que quiserem e lhes apetecer, está a ficar cada vez mais visível e, lá se vai o direito à privacidade, inscrito na Constituição, depois, os lá de fora, ameaçando cortar, aos viciados, o fornecimento da droga (chamada dinheiro) vão podendo fazer o mesmo e, daqui a nada vamos “acordar”, metidos numa camisa de onze varas, isto para ser soft, porque é uma nova mas, sempre velha, escravatura dos seres humanos. Quando falo em “acordar” é porque, na realidade, quem nasce, já nasce escravo, da dívida que não fez mas, com a obrigação de servir os donos dessa dívida.
Eh. Andavas desaparecido mas voltaste em forma…
Bem, enfim, um tipo tem de encontrar maneira de se distraír do resultado do Sporting em Vila do Conde.
Efeitos de uma viagem ao México?
Plomo o Plata? ou será… Plata o plomo pandejo
México, sempre mais perto da Venezuela.
Monopólio, posse, privilégio, pacto, acordo, provocação… no fundo, por todo o lado, a tendência é sempre a mesma e resume-se à mesma coisa, a acordos de “cooperação” que buscam manter (entre elas) o Poder e limitando a concorrência, a diferença é que uns são ilegais e os outros foram legalizados.
No México, tem os carteis da droga, na Venezuela ou com, qualquer tipo de governo autoritário, notamos a subjacente mentalidade controladora, onde aspiram, sempre, à glória de mandar… na vida dos outros todos (apesar da maioria deles nunca ter criado riqueza, nem ter produzido nada, apenas dão à língua e, alguns, com cursos que nunca praticaram, ou seja, muito teoria, misturada com muitas manias de superioridade, moral e intelectual).
As desculpas, para as imposições legislativas, podem parecer sempre boas, como, por exemplo, a droga fazer mal mas, comida geneticamente modificada e drogas, com químicos bem piores, criadas e distribuídas por grandes Corporações, essas passam, automaticamente, a ser todas boas 😉
Há muito tempo que se nota que não querem, nem lhes interessa, gerir nada mas, apenas, ver quem, entre eles, consegue mandar mais ou ter mais Poder. É tipo desporto, como assistir a campeonatos de ténis, onde as bolas, somos sempre nós e, as únicas que, servem, unicamente, para levar pancada.
Isto de pensar que chegam ao Poder e têm “carta branca” para fazerem o que quiserem e lhes apetecer, está a ficar cada vez mais visível e, lá se vai o direito à privacidade, inscrito na Constituição, depois, os lá de fora, ameaçando cortar, aos viciados, o fornecimento da droga (chamada dinheiro) vão podendo fazer o mesmo e, daqui a nada vamos “acordar”, metidos numa camisa de onze varas, isto para ser soft, porque é uma nova mas, sempre velha, escravatura dos seres humanos. Quando falo em “acordar” é porque, na realidade, quem nasce, já nasce escravo, da dívida que não fez mas, com a obrigação de servir os donos dessa dívida.