14 comentários em “Acordo burrográfico (98)”

  1. Agora que o Pedro Correia toca no assunto, estou a recordar-me de que, quando estive no Egípto, notei que faltava ali qualquer coisa… afinal, era o pê da pirâmide.

      1. «Fair play»? O «acordo» consubstancia um crime inédito na história da humanidade e está a ser impingido em violação dos mais elementares princípios do estado de direito, e tudo para satisfazer as palonças ambições do nacionalismo brasileiro.
        Fair play?
        Não há nada de “fair” na imposição desta «féerie» maçónica do “venerável” Sarney.
        A propósito, o inglês e o francês nunca tiveram “reformas” (e muito menos «acordos»)ortográficas: como em qualquer país de analfabetismo zero, a ortografia estabilizou há muito.

        1. Ah e faltavam os parabéns pela graça, que merece muito e muitos.
          Egipto sem «p» ou tt de Egitto parece-me que apenas os brasileiros escrevem, não havendo o menor motivo para que abandonemos a ortografia universal.

          1. A recente cimeira de ministros da educação lusófonos prometeu que haverá uma revisão do “acordo”. Por sinal num comunicado redigido em português, não em acordês.

          2. Caro Pedro Correia,
            Não esqueça que o secretário viegas exigiu, já há anos, que uma croniqueta sua fosse em acordês e que aparecesse expressa menção a tal… Terá sido mesmo o 1º escrevente a fazer tal, do que é suposto orgulhar-se bastante.
            O inacreditável é que se diga que era contra o acordo…
            O mesmo secretário tem umas inacreditáveis declarações dando como inevitável o desaparecimento do português europeu – o que está a acontecer – verificável por quem quer que use o google -, mas por via do «acordo», como refere Isabel Buescu e não por falta dele.
            Acordo que não foi sequer ratificado (Angola e Moçambique parece não quererem contribuir para o peditório brasileiro), o «acordo» não está “de jure” em vigor!) e não se vê ninguém advertir para a monstruosidade que é a criação artificial de diferenças entre o português de Portugal e os daqueles países africanos que escrevem o mesmíssimo português que nós.
            Tudo isto seria em qualquer país um escândalo sem nome, porque, entre outras coisas, representa o espezinhar do estado de direito e uma ofensa grave à cultura portuguesa.
            Do viegas, espere declarações sobre os livrecos dele ou sobre a selecção de futebol – que não deve tardar.
            Depois, se quiser perceber os mistérios que rodeiam o assunto, siga o avental… A ideia é deles.

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