Deve ser por isso que umas vezes vejo escrito em jornais que adoptaram o acordês “S. João Baptista” e outras vezes “S. João Batista”. Este “acordo” não deixa de me surpreender com as suas inúmeras “facultatividades”. Podiam até estipular que às segundas, quartas e sextas se escreve de uma maneira (sem erros) e às terças, quintas e sábados se escreve de outra (com erros). Aos domingos, todos escrevem como lhes der na real gana. Hei-de perguntar a esse docente da UA se acha bem assim.
Batizado, não será aquele a quem foi imposto o uso de uma bata?!
Não sei… é um palpite.
“Acordo” imbecil, este. Haja quem o abata. Com ou sem bata.
Dias atrás na RDP Açores,docente da UA,esclarecia que os nomes próprios não teriam alterações;cada um “babpterá” como lhe apetecer…
Deve ser por isso que umas vezes vejo escrito em jornais que adoptaram o acordês “S. João Baptista” e outras vezes “S. João Batista”. Este “acordo” não deixa de me surpreender com as suas inúmeras “facultatividades”. Podiam até estipular que às segundas, quartas e sextas se escreve de uma maneira (sem erros) e às terças, quintas e sábados se escreve de outra (com erros). Aos domingos, todos escrevem como lhes der na real gana. Hei-de perguntar a esse docente da UA se acha bem assim.
-És de onde?
-Do Egito!
-Ah, então és Egicio!
Boa dica, Sara.