É o seguimento lógico da coisa. Depois de um terno ilícito um “estupedo” fato. O que é fato é que com fato ou sem fato, quem tem fato não se encosta ao cato não fique o fato esfarrapado de fato.
Eu a julgar que “estupefato” se escrevia apenas na grafia brasileira e “estupefacto” continuava a escrever-se da mesma maneira na grafia portuguesa. Estamos sempre a aprender é o que é.
Estupefacto continua a escrever-se… estupefacto, de acordo com o novo AO. Isto só vem confirmar que a maior parte dos que criticam o AO não o conhecem sequer. O nosso problema não é o novo AO é mesmo a ignorância e a iliteracia. Isso mantém-se, seja qual for a ortografia.
Pedrocas, obrigado por nos alertares para mais essa situação: para um acordo que se quer simplificador, cria-se uma série de alternativas, que permitem que cada um faça a sua ortografia. Agradece-se também mais um argumento ad hominem. é desporto nacional: apoiantes do AO insultam. Argumentar é que é mais chato. Já perdi conta aos insultos de analfabetos. Até de cromos que só passaram a português há uns anitos atrás com a ajuda de um iliterato e ignorante como eu.
Gosto muito de vir espreitar este teu “Acordo burrográfico “, Pedro. Está genial! Parabéns.
Ainda bem que gostas, Ju. E eu gosto desta boa surpresa que são sempre as tuas visitas.
Alto e para o baile!
E o que é que se vai fazer para o baile? Já está parado…
O ‘para para’ é uma maiores pérolas do acordês, Eduardo. Muito em breve voltarei a ela aqui nestes registos ‘burrográficos’. Grato pela dica.
É o seguimento lógico da coisa.
Depois de um terno ilícito um “estupedo” fato.
O que é fato é que com fato ou sem fato, quem tem fato não se encosta ao cato não fique o fato esfarrapado de fato.
Sem fato faz-se melhor contato.
(de facto)
Eu a julgar que “estupefato” se escrevia apenas na grafia brasileira e “estupefacto” continuava a escrever-se da mesma maneira na grafia portuguesa. Estamos sempre a aprender é o que é.
Eu também pensava assim até que li ‘fato ilícito’ no Diário da República. Fiquei ‘estupefato’. O acordês tem zonas recônditas que nós nem suspeitamos…
Fato? Olha, nem de propósito e a propósito de fato:
– O cágado está de facto na praia.
Versão Aborto Ortográfico:
– O cagado está de fato na praia.
Como explicar a diferença às criancinhas(?)…
Eh eh eh
Não se explica. O melhor é mesmo dar um bom mergulho no mar.
Estupefacto continua a escrever-se… estupefacto, de acordo com o novo AO. Isto só vem confirmar que a maior parte dos que criticam o AO não o conhecem sequer. O nosso problema não é o novo AO é mesmo a ignorância e a iliteracia. Isso mantém-se, seja qual for a ortografia.
Pedrocas, obrigado por nos alertares para mais essa situação: para um acordo que se quer simplificador, cria-se uma série de alternativas, que permitem que cada um faça a sua ortografia. Agradece-se também mais um argumento ad hominem. é desporto nacional: apoiantes do AO insultam. Argumentar é que é mais chato. Já perdi conta aos insultos de analfabetos. Até de cromos que só passaram a português há uns anitos atrás com a ajuda de um iliterato e ignorante como eu.