16 comentários em “Acordo burrográfico (19)”

  1. Notificação de um Juiz, do 2º Juízo Cível do Tribunal Judicial de Viana do Castelo, a uma agente de excução, de não pode usar a grafia do denominado Acordo Ortográfico de 1990, por não ter entrado em vigor na ordem jurídica portuguesa.

    http://ilcao.cedilha.net/?p=4894

  2. Este acordo, ou desacordo ortográfico, veio imergir de vez no lodaçal da desgraça o pouco, pouquíssimo, quase nada, do miserabilismo da minha existência que ainda ia arrastando por este vale de lágrimas.
    Quedo-me como um desses filósofos, bêbedo, alto, magro, doente e pálido como quem encara o mundo como se daí já nada haja a aproveitar, ou não valha a pena.

  3. O exemplo não parece feliz. Duvido que o «c» seja aqui uma consoante muda. Aliás, utilizei o conversor da Porto Editora e o Lince para esclarecer a dúvida e, em ambos, provecta mantém-se provecta…

    1. Duvida você e duvida toda a gente. Desde logo porque nunca chegou a ser publicado o novo vocabulário ortográfico da língua portuguesa, prometido para 1993 no âmbito do ‘acordo’ de 1990. O caos é tanto que já li no Diário da República a expressão “fato ilícito”. O que mete estes diálogos “burrográficos” num chinelo…

      1. Ah…Bom.
        Nada de mais e de compreensão instantânea.
        Fato que não foi pago ao alfaiate, logo, calote portanto.
        Isso bem investigadinho ainda se vai saber que foi o Sócrates.

        Eheh…

          1. Um terno da Chanel ou um esmoquin do Armani era o que me convinha!

          2. Este comentário era assim a jeito de corolário sobre o “terno ilícito” do Pedro Correia e não uma resposta ao comentário da Doutora Helena.
            Escorregou para aqui por motivos alheios à minha vontade, pelo qual peço desculpa.

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