A verdade nua e crua


Luís Menezes Leitão,

Neste vídeo, Godfrey Bloom, deputado inglês ao Parlamento Europeu, está a referir a verdade nua e crua, que ninguém parece querer aceitar. A que propósito se admite que os Estados contraiam dívida que nunca conseguirão pagar através das receitas fiscais que obtêm? E por que razão se deverá aplicar o dinheiro dos contribuintes a salvar bancos  falidos? Como ele bem diz, quem quer investir em bancos falidos, que o faça com o seu dinheiro.

9 comentários em “A verdade nua e crua”

  1. Afinal… corroborando a filosofia Socratiana que diz; as dívidas dos estados são eternas.
    ;)))
    Pois, é evidente, caro Luis, que sem ovos, não é possível confeccionar omeletas, do mesmo modo, não é possível satisfazer obrigações financeiras de empréstimos contraídos, se não houver economia, e essa resulta de um trinómio… que qualquer criança entende: mais produção, mais exportação e… menos importação.

      1. Permita-me uma rectificação, caro Luis: Os bancos deviam ter evitado investir em negócios ruinosos como, empréstimos em cima de empréstimos a quem sabiam nunca poderia paga-los.
        Mas também os governos deviam ter criado regras que não permitissem a publicidade aliciante e desenfreada ao crédito e mais recentemente, uma parceria com os bancos detentores dos créditos à habitação e às PME’s, por forma a que as famílias não passassem a ter de entregar as casas, aumentado os encargos para o estado e que, as empresas não falissem aumentando o número de desempregados.
        Mas… quando temos no(s) governo(s) pessoas que são accionistas (e) ou investidores dos bancos, difícilmente podemos esperar decisões desse cariz.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *