Neste vídeo, Godfrey Bloom, deputado inglês ao Parlamento Europeu, está a referir a verdade nua e crua, que ninguém parece querer aceitar. A que propósito se admite que os Estados contraiam dívida que nunca conseguirão pagar através das receitas fiscais que obtêm? E por que razão se deverá aplicar o dinheiro dos contribuintes a salvar bancos falidos? Como ele bem diz, quem quer investir em bancos falidos, que o faça com o seu dinheiro.
A verdade nua e crua
Luís Menezes Leitão,

Afinal… corroborando a filosofia Socratiana que diz; as dívidas dos estados são eternas.
;)))
Pois, é evidente, caro Luis, que sem ovos, não é possível confeccionar omeletas, do mesmo modo, não é possível satisfazer obrigações financeiras de empréstimos contraídos, se não houver economia, e essa resulta de um trinómio… que qualquer criança entende: mais produção, mais exportação e… menos importação.
É verdade. E também se pode evitar investir em negócios ruinosos como os bancos falidos.
Permita-me uma rectificação, caro Luis: Os bancos deviam ter evitado investir em negócios ruinosos como, empréstimos em cima de empréstimos a quem sabiam nunca poderia paga-los.
Mas também os governos deviam ter criado regras que não permitissem a publicidade aliciante e desenfreada ao crédito e mais recentemente, uma parceria com os bancos detentores dos créditos à habitação e às PME’s, por forma a que as famílias não passassem a ter de entregar as casas, aumentado os encargos para o estado e que, as empresas não falissem aumentando o número de desempregados.
Mas… quando temos no(s) governo(s) pessoas que são accionistas (e) ou investidores dos bancos, difícilmente podemos esperar decisões desse cariz.
Nesse ponto de vista concordo inteiramente consigo.
Ficamos contentes por nos lerem.
http://manifesto-surrealista.blogspot.co m/2011/12/debates-sobre-crise.html
O que é bom sinal 🙂
Está enganado. Encontrei este vídeo através do Facebook e nele não vi qualquer referência ao seu blog, que não conhecia. Mas vou passar a segui-lo com atenção.
Pois, mas não é politicamente correcto dizer ou sequer pensar nisso, segundo parece.
Infelizmente é assim.
O homem pode ter muita razão, Luís. Mas, eu nunca me sentiria representado por um tipo que veste um fato amarelo.