Confesso que não vejo qual é o escândalo em a CP procurar vender material circulante do qual não precisa. Se o comboio tem valor museológico, pois então muito bem, que a CP o venda a um museu.
Você já é conhecido por ter pouco amor ao Património circulante (como a língua) portanto não me espanta este comentário. Pessoalmente, acho que os tipos da CP são umas bestas sem visão.
Meu Caro, o património é dos portugueses e não apenas da CP. É material único, algum vindo da alemanha como compensação da grande guerra. Mas para além disto, e alem desta questão de valores em que aparenta ter algum déficit, deveria ser esmiuçado o que se investiu para a recuperação deste material em valor. Outra, como pode o combóio hitórico ter tido um prejuizo de 60 mil euros, com preços de bilhete, por pessoa, a 45 euros para fazer 30 km? E como é possível, que cada uma dessas viagens realizadas,o preço de custo de custo fosse de 15 mil euros quando até carvão era oferecido pela EDP? 15 mil euros para rolar 30 km?? Mas que raio de contas são estas?? E agora vamos vender o material pq a CP tem uma cambada de imbecis?? E o accionista estado onde está? E pedir resultados e objectivos? Meu caro, é isto que se faz no privado, responsabilidades pelos resultados que se apresentam!
O problema parece ser outro. O problema de que – quando se privatiza alguma coisa neste País de labregos enbevecidos com as suas poucas capacidades e a sua adoração crónica por tudo quanto cheire a cimento e a casas dos segredos – não há salvaguardas para aquilo que constitui património colectivo e que foi pago com o incomensurável labor de gerações anteriores. Há uns espertos que pegam naquilo porque parece giro e tal mas – mas esses palonços sem carácter e apenas muito oportunismo – estão ou se vão estar verdadeiramente nas tintas para o que o passado daquela empresa pública que compraram representa para todos nós: para o povo e para a história da nossa tecnologia.
Enfim, coisas que criaturas sem coluna vertebral costumam apreciar. Não faltará apologistas.
De facto, não presta. Já agora, tens obviamente noção de que esta tua série pode vir a ser tão longa como a das “canções do século”, do Pedro?
Espero que sim. Pode ser que eles se toquem, mas duvido.
Confesso que não vejo qual é o escândalo em a CP procurar vender material circulante do qual não precisa.
Se o comboio tem valor museológico, pois então muito bem, que a CP o venda a um museu.
Você já é conhecido por ter pouco amor ao Património circulante (como a língua) portanto não me espanta este comentário. Pessoalmente, acho que os tipos da CP são umas bestas sem visão.
Meu Caro, o património é dos portugueses e não apenas da CP. É material único, algum vindo da alemanha como compensação da grande guerra. Mas para além disto, e alem desta questão de valores em que aparenta ter algum déficit, deveria ser esmiuçado o que se investiu para a recuperação deste material em valor. Outra, como pode o combóio hitórico ter tido um prejuizo de 60 mil euros, com preços de bilhete, por pessoa, a 45 euros para fazer 30 km? E como é possível, que cada uma dessas viagens realizadas,o preço de custo de custo fosse de 15 mil euros quando até carvão era oferecido pela EDP? 15 mil euros para rolar 30 km?? Mas que raio de contas são estas?? E agora vamos vender o material pq a CP tem uma cambada de imbecis?? E o accionista estado onde está? E pedir resultados e objectivos? Meu caro, é isto que se faz no privado, responsabilidades pelos resultados que se apresentam!
O problema parece ser outro. O problema de que – quando se privatiza alguma coisa neste País de labregos enbevecidos com as suas poucas capacidades e a sua adoração crónica por tudo quanto cheire a cimento e a casas dos segredos – não há salvaguardas para aquilo que constitui património colectivo e que foi pago com o incomensurável labor de gerações anteriores. Há uns espertos que pegam naquilo porque parece giro e tal mas – mas esses palonços sem carácter e apenas muito oportunismo – estão ou se vão estar verdadeiramente nas tintas para o que o passado daquela empresa pública que compraram representa para todos nós: para o povo e para a história da nossa tecnologia.
Enfim, coisas que criaturas sem coluna vertebral costumam apreciar. Não faltará apologistas.
Que vergonha!
a ordem deste governo é vender tudo o que possa despertar a cobiça alheia…