Eurocépticos espalhados pela UE ficaram em júbilo com a rejeição do que Marine Le Pen, a líder do partido de extrema direita francês Frente Nacional, chamou “a oligarquia da União Europeia”.
“É um voto “não” de liberdade, de rebelião contra os ‘diktats’ europeus daqueles que querem impor a moeda única a qualquer preço, através da mais inumana e contraproducente austeridade”, afirmou ela em comunicado.
Na Grã-Bretanha, Nigel Farage, líder do partido UK Independence Party, anti-EU, elogiou os eleitores gregos por “desafiarem o bluff da UE”.
“O projecto da UE está a morrer. É fantástico ver a coragem do povo grego em face do bullying político e económico de Bruxelas”, disse ele.
Eurocépticos na Holanda e na Itália juntaram-se ao coro de satisfação com a derrota da UE. Em Espanha, o líder do partido de extrema-esquerda Podemos, Pablo Iglesias, próximo de Tsipras, tuítou: “Hoje na Grécia, a democracia venceu”.
Reuters. Tradução minha.

Propõe então a abolição de eleições para que os partidos antidemocráticos não possam vencer?
Isto parece o outro senhor que dizia que gostaria da democracia, mas infelizmente o povo português não estava suficientemente educado para votar.
Não proponho o que quer que seja. Limito-me a constatar.
Tem de fazer a recolha das afirmações de Hollande sobre o não se ter alcançado um acordo com a Grécia por causa dos pequenos países intervencionados.
Parece ironia, não? Bem os pequenos países intervencionados incluem Portugal com os seus governantes invejosos de um acordo que reconfirmasse sua inépcia e imaturidade.
Não se preocupe José com o que aí vem. O que temos agora é o reflexo de uma Europa governada por saloios e também imaturos.
Acho que só mesmo alguém totalmente inconsciente pode não estar preocupado. Populismo à venezuelana traz os resultados que se vêem na Venezuela.
Engana-se, José. Os inconscientes é que se preocupam com campanhas de desinformação em torno de um assunto sério.
Os conscientes, sabendo da seriedade do problema, sabem que este vai ser resolvido com a decência que até agora não tem ocorrido.
Registe esta minha afirmação para memória futura.
Deixe-me dizer-lhe que problemas desta natureza devem ser abordados por todos, mas mais ainda por todos aqueles que desejam seriedade e honestidade nas questões em apreço. E não por chicos-espertos que andam a matar a solidão projectando um ego que não existe e não se materializa.
Provavelmente, a sua solução”decente” abriria (abrirá?) a caixa de pandora, reforçando todos estes populismos.
José, quando quero saber alguma coisa a meu respeito leio comentários como este que reproduz.
Aqui estamos nós na tal seriedade.
Os populismos que afirma não são diferentes daqueles que o José projecta. A não ser que me diga que vive no Olimpo e que sua condição está acima desses que aponta.
Sobre o que penso, basta ler o que comento.
Veja também, José, como os “populistas” se comportam com dignidade:
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.asp x?fid=1&did=192609
Em Portugal fazem-se inquéritos para apurar o que se sabe para que tudo fique na mesma.
Espero que os membros do Eurogrupo sigam as pegadas de Varoufakis, a começar por Schauble e sem esquecer os nossos representantes pela posição tomada face à Grécia.
Costa e Le Pen, a união perfeita!
A desinformação só existe de um lado, isto é que é fé!
Dia 6 de julho ainda vem com a treta dos países pequenos nos quais SS inclui Portugal?
As declarações são de Sapin (não de Holland) e são sobre os países
bálticos, pouco satisfeitos com a frente russa certamente.
Eu que sou profundamente estúpido acho que está tudo maluco…
Então e a Dra. Manuela Ferreira Leite mais o Prof. Freitas do Amaral, ainda não se aliaram a tão distinta companhia?
Portanto, a lógica é: se os extremistas ficam contentes, então só pode ser mau, certo?
Ainda vamos ver este salto argumentativo se Assad esmagar o EI na Síria: EI – mau. Assad derrota EI. Assad bom. É isto? Ou se calhar ao contrário. O EI derrota Assad. O EI é mau. A queda de Assad é um desastre.
Ser-se muito linear dá chatices.
Nem se dê ao trabalho, este tipo (JAA) não tem um raciocínio, uma ideia, um pensamento. O princípio e o fim da conversa é defender quem lhe paga (PSD) e, para isso, vale qualquer aldrabice e manipulação.
LOL. Antes pagasse.
Obrigado pelos elogios, tão bem formulados. Pessoas com capacidade de raciocínio, ideias e pensamentos profundos são outra coisa…
(O seu nome combina com o seu estilo.)
Vamos-lhe envoyer com plaisir a ficha de inscrição no Front National. Tem envelope RSF e está dispensada de proponente, considérant vos credenciais.
Que analogia tão catita.
Desde que fiques satisfeito com as companhias…
Não, mas também não as posso escolher. Não posso impedir que gente dessa pense dessa forma. Será que os EUA ficam satisfeitos com as companhias na Síria? Pior, ness caso ainda podem ser obrigados a colaborar…
Um partido tipo Le Pen aqui em Portugal faz muita falta. É o que dá ser linear.
Aqui quase me apetecia repetir o comentário que deixei no poste “A semana do Desespero” do Luís Menezes Leitão em 03.07.15 porque, mesmo que se queiram transmitir factos para que se possam fazer juízos ou previsões correctas e responsáveis (apesar dos pressupostos poderem mudar a toda a hora), uma grande maioria até prefere “navegar à vista” sem se preocupar muito, de estar a navegar nas águas da ficção. Como poderá alguém pensar ou afirmar que sabe alguma coisa, quando muitos até desconhecem o facto de que dois terços da dívida grega já está nas mãos dos contribuintes europeus, ou seja, nem sequer sabem que também já emprestaram dinheiro à Grécia.
No entanto, o maior problema nem é o desconhecimento dos factos mas, a preguiça de, nem sequer, perder um bocadinho de tempo para procurar verificar quais são verídicos ou mera ficção.
Neste contexto, estão prontinhos para “emprenhar” pelos ouvidos, bastando uma frase ou slogan desde que isso, esteja de acordo com o que querem ou desejam que seja a realidade, ora, contra isto é muito difícil haver argumentos pois não faz parte de políticas, nem economias e, muito menos, da realidade nua, crua e dura… é apenas algo, muito próprio, da natureza humana em que, por vezes, é preciso uma vida para aprender que o mundo não é nada daquilo que julgamos ser, e, muito menos, como queríamos que fosse e, até ao que chamamos de senso comum, afinal já foi provado que de comum não tem nada.
Voltando à Grécia e ficando esclarecido que quando se fala em solidariedade, estamos a falar de estados membros que emprestam dinheiro uns aos outros, presumo que, se os gregos ficarem, também nós vamos continuar a emprestar, só escapámos do 2º empréstimo por estarmos no programa de resgate, no caso deles saírem, também acabamos por pagar, nem que seja com outro nome… como por exemplo… ajuda humanitária… e aqui, será muito interessante se isso acontecer, no caso de solidariedade o dinheiro emprestado tinha que ser pago… ajuda humanitária, acabamos por emprestar… sem juros, sem volta nem retorno… porque somos gente de bom coração e até gostamos de continuar a “apertar o cinto” 😉
No caso de mais Estados quererem fazer como a Grécia, presumo que será a catástrofe final e, nesse caso, acabará por não haver ajuda humanitária para ninguém e, aí, já não há mais birras nem exigências, porque isto de fazer e desfazer compromissos é mais próprio de crianças do que de adultos responsáveis.
Como Eurocéptico que sou estou também em júbilo.
Há que mandar estes NEOCOMUNISTAS todos pastar, acabar com esta oligarquia de traidores manhosos que vendem os seus povos ao grande capital que nada produz com o objectivo de não serem mandados porta fora.
O que me chateia, mesmo, é não adivinhar os números do euro milhões e só adivinhar as desgraças…
Acabei de ler às 16h 30m aquilo que falei aqui, de manhã, no meu comentário anterior.
Vice de Merkel defende ajuda humanitária para a Grécia
Diário Económico – Há 1 hora