A vacina AstraZeneca (agora parece que se chama Vaxzevria) foi lançada com a recomendação de não ser administrada a pessoas acima dos 65 anos. Desde ontem ao fim da tarde, a Alemanha estabeleceu que a mesma vacina só deve ser ministrada a partir dos 60 anos!
A polémica com a AstraZeneca começou logo no início, ao ser imposta a restrição da idade. Muita gente ficou desconfiada. Passado algum tempo, foi suspensa, por supostamente causar coágulos sanguíneos no cérebro. A Agência Europeia de Medicamentos acabou por lhe dar caminho livre, dias depois, mas, na Dinamarca, por exemplo, a sua ministração ainda não foi retomada.
Entretanto, na Alemanha, já se contam mais de trinta casos de trombose cerebral relacionados com a toma da AstraZeneca. Nove dessas pessoas morreram. A maior parte dos casos deram-se com mulheres abaixo dos 55 anos, daí a resolução, ontem, de só ministrar a vacina a partir dos 60 anos. Porém, pessoas com mais de 70 também não a deverão tomar! Todos estes percalços põem as pessoas ainda mais inseguras, principalmente, professoras e enfermeiras que já tomaram a primeira dose desta vacina.
Em 2020, a Alemanha geriu bem a pandemia, mas, este ano, quando se pensava que tudo entraria nos eixos, veio o caos. Procedeu-se a um “lockdown light”, logo no início de Novembro (só fecharam cafés e restaurantes), mas, como os casos continuaram a aumentar até meados de Dezembro, decidiu-se o lockdown total, com fecho de cabeleireiros e todos os estabelecimentos não imprescindíveis. Dizia-se que assim o ano de 2021 começaria bem, até porque já se contava com as vacinas.
A gestão das ditas, porém, tem sido uma catástrofe. Organizaram-se grandes centros de vacinação, que acabaram por ficar às moscas, ao não haver vacinas suficientes, e alguns já começaram a ser desmantelados (a ministração das vacinas passará a ser feita pelo médico de família, depois da Páscoa). Tudo isto causou mal-estar na população. Junte-se a polémica da AstraZeneca e o facto de o número de casos ter vindo novamente a aumentar, de há três semanas para cá, apesar de todos os sacrifícios e restrições (cafés e restaurantes estão fechados desde o início de Novembro).
Na manhã de 23 de Março, os alemães não acreditavam nas notícias: o governo federal tinha resolvido decretar uma Páscoa em recolhimento total, que se deveria iniciar logo na Quinta-feira Santa, considerada feriado. Era certo e seguro o fecho dos supermercados. Mas… e o resto? Era feriado para todos? Os funcionários públicos deveriam trabalhar? E quem tinha consulta marcada no médico, ou hora no cabeleireiro? Foi tal o caos, que, ainda nesse mesmo dia, a chanceler Merkel veio pedir desculpa pela resolução, cancelando-a, assumindo toda a culpa e reconhecendo que tinha sido tomada muito em cima da hora.
Com tudo isto, o partido da chanceler, CDU, vem caindo a pique nas sondagens. A escolha do novo líder, no início do ano, não tem ajudado (Merkel há muito anunciara que não se recandidataria nas eleições deste ano). Armin Laschet, Ministro-presidente do estado da Renânia do Norte-Vestfália e considerado uma pessoa ponderada, tem falhado em posicionar-se como novo candidato a chanceler, com tendência para o dislate, pondo as pessoas embasbacadas, assim ao estilo do nosso Rui Rio. Pelos vistos, não conhece o modelo Costa, que faz muitos disparates, mas tem jeito para falar ao povo, bonacheirão e consensual.
Por acaso, calha-me bem que o governo federal tenha decretado a AstraZeneca para pessoas dos 60 aos 69 anos. Sou cismática e já tinha resolvido recusá-la, quando chegasse a minha vez, arriscando ir para o fim da fila. Com 55 anos, e apesar de já ser velhota para o Sr. Carlos Moedas, vejo-me, de repente, inserida no grupo das “mulheres mais jovens”. Isto, claro, se não se cumprir a profecia do meu marido: pelo andar da carruagem, quando eu for chamada, já devo ter atingido os tais sessenta…
HILFE!!!

A vacina da Astrazeneca não parece ter credibilidade nenhuma (na Alemanha existe a informação que morreram 9 pessoas e outras 30 tiveram problemas sérios e por essa Europa existem n de casos e óbitos.)
Não podemos estar a experimentar vacinas nas pessoas ou são seguras para todos ou então não servem, essa lengalenga de ser um benefício maior… digam isso as pessoas que morreram.
Não sou anti-vacina mesmo sabendo do histórico das vacinas ( EUA década 50,70 / Russia 70, Suécia 70 etc..em que a vacina para outras doenças não correu bem.
Penso que esta vacina se transformou num grande negócio de laboratorios e duvido da seriedade de vacinas feitas a pressa em comparação com o antigo processo que demoraria 10 anos.
Em Portugal quem negar a vacina da Astrazeneca vai para o fim da fila e não têm direito de escolha( A minha mãe 77 anos ex enfermeira doente de risco comprovada foi chamada a poucos dias para ser vacinada. O médico( um rapaz novo) que dava autorização no espaço de vacinação (tem que estar presente para o inicio, chegou 40 minutos atrasado) não permitiu que lhe fosse dada a vacina da Modena, teria que tomar astrazeneca. A minha mãe recusou…
Carlos Santos
“.. digam isso as pessoas que morreram.” Acrescente: digam isso ás que morreram de covid por não terem sido vacinadas com a AstraZeneca. São em muito maior número do que as que tiveram trombose (e ainda não é claro o que causou a trombose). As suspeitas sobre a AstraZeneca até agora não têm qualquer base científica, resultam só da ignorância. O que não significa quer não se deva investigar…. pode a suspeita vir a ter razão de ser. Assim como a respeito da Pfeizer embora até agora não se tenham publicado suspeitas. A Ciência funciona assim.
O J em poucas linhas consegue entrar em contradição consigo mesmo ao melhor nível da AstraZeneca. Brilhante a sua pseudo argumentação, digna de qualquer markeeter da farinha amparo.
Carlos Santos
Cristina,
O canada também suspendeu a vacina da astrazeneca há dois dias.
Serei dos últimos a ser chamado devido a idade e por ser saudável mas já decidi que não tomarei a vacina da astrazeneca. É uma decisão minha e que assumo.
Carlos Santos
houve gente a confundir ciência com alquimia.
Sou cismática e já tinha resolvido recusá-la
Que quer dizer com “cismática”? Pertence a algum cisma religioso? Eu julgava que a Cristina fosse uma fiel aderente da ICAR… Que têm os cismas a ver com a recusa da vacina?
Quero eu dizer que sou de cismar. Se me dizem que devo estar a tenta a certos sintomas, depois de tomar um medicamento ou uma vacina, eu quase de certeza tenho esses sintomas, o que me causa muito stress.
Chame-me piegas, se quiser, mas é muito difícil sairmos da nossa pele.
Eu olhando para os dados da Alemanha (média de 7 dias) e tendo em conta que a população da Alemanha é aproximadamente 8 vezes maior que a de Portugal, concluo que a Alemanha tem atualmente o que seria equivalente em Portugal a 2000 novos casos e 20 mortes por dia.
Parecem-me números modestos e que não deveriam levantar preocupações de maior. De forma nenhuma justificam medidas dramáticas. Note-se que, embora o número de infeções tenha vindo a subir, o número de mortes tem vindo a descer, o que é natural tendo em conta o efeito das vacinas – que não impedem a infeção, mas previnem a doença grave.
Acredito que nalgumas regiões específicas da Alemanha a situação esteja bem pior do que esta média do país, e que nessas regiões específicas se justifique maior cuidado. Mas, no geral, penso que tanto a população como as autoridades alemãs deveriam estar fleumáticas.
Não mudei de opinião sobre a vacina da Astra-Zeneca.
Ainda que os 9 mortos da Alemanha tenham sido causados pela AZ o que não está demonstrado, ainda que tenham sido 30 na Europa, como disse um comentador mas não vi em mais nenhum lado, não havendo outras vacinas disponíveis em quantidade suficiente, o número de infecções previsível se se suspender a vacinação conjugado com a mortalidade estatística por infecção nova, ainda que mitigada por estarem vacinados grande parte dos mais idosos, conduziria a um maior número de óbitos que dos 30. É assim que se estabelece uma relação custo-benefício.
Acrescem vários factores de que listo:
– O número de tromboembolias pulmonares, antes da Covid era muito mais elevado que o de tromboembolias cerebrais (em Portugal vi noticiados 2 casos, ambos não graves (recuperáveis) de tromboembolias pulmonares ou seja, bem abaixo da média ante-Covid).
– Os números mundiais dão mais mortes de homens por Covid do que de mulheres.
Assim as 8 mulheres em 9 que morreram na Alemanha por tromboembolias cerebrais são duplamente fora do esperado. Acresce que, de mortes em outros países apenas foram identificadas uma enfermeira austríaca e dois italianos, ambos homens, um militar. E ainda que sejam 30, será muito abaixo do esperado cotejado com as 9 alemãs.
Acrescem algumas questões especulativas.
– A AZ custa 5 vezes menos do que a Pfizer
– Tem menos exigências de frio pelo que a logística é mais fácil.
– Há uma tremenda má vontade da UE contra a Grã-Bretanha, quer pelo Brexit, quer pela vantagem que conseguiu dos negociadores (na minha opinião incompetentes) da UE quer pelo alegado desvio de vacinas para quem pagar melhor do que a UE (incidentalmente os israelitas nem sequer foram caso único e compraram à Pfizer). Para além da rivalidade histórica entre França e Inglaterra (que acho esteve de certa forma presente no negociador do Brexit) França está com uma aguda “dor-de-cotovelo” porque o Instituto Pasteur já desistiu de produzir uma vacina e a Sanofi espera os primeiros ensaios para o início de 2022.
Não sou grande adepto de teorias da conspiração mas não posso alhear-me do facto que a maioria dos peritos admite que o efeito das vacinas será limitado no tempo, sendo previsível a necessidade de revacinação. Ou seja, estão e estarão em jogo milhares de milhões.
Por último mas “the last but not the least” quer a Pfizer quer a Moderna são vacinas pioneiras pois interferem no ADN provocando o fabrico de uma proteína específica. Bem sei que não penetram o núcleo e que se autodestroem depois mas o que é facto é que ninguém pode saber com certeza se além da proteína não produzem qualquer outro efeito que só se revele mais tarde. Se houvesse motivos para esperar os habituais 5-10 anos para aprovar uma vacina, esses aplicavam-se à Pfizer e à Moderna, enquanto a AZ é uma vacina clássica de inoculação de uma pequena quantidade do vírus e problemas que se possam esperar terão a ver com o veículo que no caso é um adenovírus o que nem é inovador em vacinas
Por mim, se tivesse podido escolher, esperava pela Jannsen. Método clássico, um frigorífico caseiro é suficiente e uma única inoculação.
Logo a seguir à publicação tive acesso a um artigo do Observador baseado em informação da EMA. Respigo.
Há menos casos de trombose com a Astra-Zeneca do que com outras vacinas mas a taxa de mortalidade é mais elevada.
Até 11 de Março foram reportados 269 casos na vigilância da EMA dos quais 202 graves, sendo 224 no Reino Unido e 30 no EEE (Espaço Económico Europeu). Dos 269 resultaram 45 óbitos dos quais 7 (sete) no EEE que tinham entre 24 e 60 anos (no total 60% eram mulheres e a média de idade 70 anos).
Note-se que são dados até 11 e 20 dias depois serão mais casos e mais mortos, pelo que não invalidam os números do postal.
Lamento que a EMA ou o jornalista não tenha fornecido os números de vacinados na Grã-Bretanha para comparar com os da EEE. Lamento ainda que não tenha fornecido o número de tromboses esperado sem Covid. Mas se esse último número será significativo numa média de 70 anos não deve ser na faixa entre os 24 e os 60 mas dos 30 na EEE 14 tinham doenças que podem concorrer para tromboses e dimuição do número de plaquetas.
Juntando à falta de informação que refere, acho estranho tanta polémica à volta da Astrazeneca, haver países que não reataram a sua ministração e a Alemanha ser tão inconclusiva sobre o assunto. Uma pessoa fica desconfiada. Talvez sem razão, mas fica.
P.S. Para já não falar na mudança de nome.
6-04-2021( notícia de hoje)
A EMA confirma ligação entre a vacina da AstraZeneca e casos de trombolismo
EMA-Alto representante da agência europeia do medicamento
Vacinas seguras e com efeitos secundários: TODAS, quer as covid, que as outras. Aliás, isto aplica-se a todos os medicamentos, e quem muitos deles tivessem tão poucos casos de efeitos secundários graves como aconteceu com a vacina Pfizer (até agora a que teve mais casos, mas disso não se fala…).
Vacinas propagandeadas pelo €uro-fanatismo: as que são feitas cá e nos EUA.
Vacinas de que o €uro-fanatismo recusa suspender a patente: as que dão lucro cá e nos EUA.
Vacinas alvo de ataques reputacionais sem base científica (!): as que são feitas no Reino Unido, na Rússia, e na China.
Eu, como não gosto de ser peão nas mãos dos outros, e porque começo a repudiar o €uro-fanatismo e o Extremo-Capitalismo de Washington com quase a mesma força com que repudio o Estalinismo e o Nazi-Fascismo, vou recusar qualquer uma das vacinas fabricadas por cá, propagandeadas por cá, com patentes só defendidas cá, e com lucros concentrados por cá.
De qualquer das maneiras já estou no fim da fila, portanto se recusar, fico na mesma. Só aceito ser vacinado pelo Astrazeneca, pela Sputnik V, ou pela Sinopharm. E quiçá faça férias em Cuba, onde o governo dá a opção ao turista de tomar a Soberana, igualmente eficaz e segura. Assim serei vacinado em Junho, em vez de ter de esperar pelo fim do ano ou 2022…
É que, das duas uma, ou a pandemia é real e o que eu estou a dizer é válido, ou então, se os jogos de geo-politiquice valem mais que as vidas das pessoas, confirma-se que a pandemia é uma farsa… Obviamente que não é uma farsa, é bem real, e morrem milhões, mas este reductio ad absurdum serve para provar a razão do meu ponto, e a total filha da putice e estupidez que nos vai reinando aqui no eixo Bruxelas-Wahsington, que é como quem diz: o regime autoritário de não eleitos do Extremo-Centro, fanáticos do europeísmo, e capatazes corruptos do Capitalismo sem estribeiras (e há quem diga pós-democrático).
PS: Numa semana em que se falou da tragédia de Holodomor, em que terão morrido cerca de 3,3 milhões de pessoas devido a uma crise económica numa Ucrânia soviética (e mais milhões morreram às mãos do Capitalismo no crise da Grande Depressão, mas para quê contabilizar essas… ou os ainda mais milhões assassinados a mando das monarquias, já que estamos a falar de uma polémica iniciada por uma tresloucada do PPM), eu pergunto: alguém se indigna com o GENOCÍDIO que a UE e os EUA estão a causar, em nome da propriedade privada das grandes farmacêuticas, ao recusarem a suspensão da patente, deixando inutilizada tanta da capacidade de produção instalada no Mundo inteiro (como por exemplo na Índia)? Ou, após o “fim da história”, os mortos já não são para contabilizar?
Não discuto as suas opiniões mas há 3 pontos que me merecem repúdio.
– Holomodor inclui-se de facto numa maior crise económica não só na Ucrânia Soviética mas a causa dessa crise filia-se nas política do colectivização forçada e na Ucrânia foram aplicadas medidas excepcionais de confisco das colheitas e proibição de deslocamento que levam alguns historiadores a acreditar que foi uma decisão de Stalin para punir a Ucrânia onde existiam desejos independentistas. Internacionalmente há cerca de 20 países que reconhecem Holomodor (incluindo Portugal, Espanha e o Vaticano) como um genocídio e pelo menos 5 que entendem ter sido uma deliberação de Stalin.
Não é sério comparar um acto deliberado ou pelo menos uma política deliberada com um erro na gestão de uma crise como terá sido o caso de 1929.
Além disso 3,3 milhões é a mais baixa das projecções do números de mortos e a fonte onde a encontrei – Wikipedia – dizia entre 3,3 e 7,5 milhões sendo que há projecções mais altas em obras publicadas; o tribunal de recurso que apreciou, entendeu fixar o número em 10 milhões, sendo 3,9 atribuíveis directamente à fome e 6,1 a doenças e deficiências adquiridas nesse período pelos próprios ou pelas mães.
– A suspensão das patentes tem que ser encarada numa perspectiva mais geral.
A China decidiu por toda a capacidade do país a procurar uma vacina mas é a mesma China que controla com AI e reconhecimento facial toda a sua população; a mesma que escraviza minorias; a mesma dos 3 T (Tibete, Taiwan e Tiannamen) e não é possível isolar algum aspecto positivo sem ignorar o resto. O mesmo se aplica à Rússia, autocrática e com um governo capturado por gangsters.
Mas em regimes de liberdade e decência (não perfeitos e com algumas derivas, é certo) foi a expectativa de lucros elevados que permitiu as primeiras vacinas em tão curto tempo. Será discutível se uma emergência mundial sanitária que implicou restrições às liberdades individuais, pode ou deve igualmente justificar restrições à liberdade empresarial; mas o que não creio discutível é que, se isso for feito, na próxima pandemia poucas empresas estarão dispostas a abandonar as suas actividades para se dedicarem a pesquisar uma vacina. Isto é, estaríamos a atenuar o nosso problema agravando o futuro dos nossos filhos (bem sei que a dívida é isso mesmo mas um erro ou uma injustiça não podem justificar outros).
– Finalmente chamar tresloucada a Aline de Beuvink é um erro e uma injustiça.
A questão do Holodomor sugeriu-me a seguinte pergunta.
A seguir à revolução de 1917 na Rússia ocorreu uma guerra civil prolongada que causou muitas mortes e sofrimento. Essa guerra foi alimentada pelas potências ocidentais assustadas com o triunfo do socialismo. Se essas potências não tivessem socorrido o exército branco, muito provavelmente não teria havido tanto sofrimento. A perguntas é esta. Os mortos e feridos contam-se como causados pelo socialismo ou como causados pelos capitalismo?
Mais duas questões:
1. Pode não se chamar tresloucada a Aline de Beuvink . Mas insinuar que o canibalismo deriva da doutrina comunista …. é um acto quê?
2. É difícil acreditar que o Holodomor deriva de uma decisão consciente de Staline. Quanto mais não seja por razões estratégicas, não se captava a Ucrânia para o comunismo com uma decisão dessas.
Se alguém me responder eu agradeço porque não sei as respostas.
Não sei se as mortes da guerra civil foram contabilizadas.Como opinião pessoal, essa contabilização não faria sentido a não ser em alguns casos de crimes de guerra – que existiram de parte a parte – e acções de doutrinação-retaliação sobre populações que foram iniciadas ainda antes do fim das hostilidades.
Não tenho informação suficiente para optar entre a decisão consciente de Staline ou por mais uma etapa da eliminação dos kulaks não só na Ucrânia como na Rússia e foi iniciada por Lenine. Mas em teoria do poder, o seu argumento estratégico da captação não se aplica porque não se tratava de uma fase inicial de captação de simpatias mas de uma fase final de eliminação de resistências.
Aline de Beuvink não insinuou que o canibalismo deriva da doutrina comunista, aliás impossível a uma professora de história que não pode ignorar ocorrências de séculos antes. Nem sequer afirmou que os comunistas comiam criancinhas. Afirmou sim que a actuação soviética no Holomodor levou ucranianos esfomeados a praticar o canibalismo. A confusão entre essas duas coisas substancialmente diferentes foi provocada pela miserável e reles mentira de Francisco Louçã na SIC em que, inclusivamente utilizou um vídeo truncado.
Um mundo de carneiros onde todos querem ser cobaias em prol do lucro de um sistema imoral
Catarina Valente
-Holanda acaba de suspender hoje 2-04-2021 a vacina da AstraZeneca( morte de uma mulher) em menores de 60 anos.
-Inglaterra mais 25 casos de problemas com a coagulação
-Portugal com casos que não são divulgados, (é a democracia a saltar para o lado negro do fascismo da prepotência e do silêncio )
– Resto da Europa: etc…
João Lopes
O Bagão Felix escreveu um artigo( que eu concordo) e pode ser lido no sapo, sobre a vacinação em Portugal. E mais uma vez se confirma a velha máxima de que este país não é para velhos, pois tem sido mal tratados neste processo.