"Os portugueses tremem de frio", conclui, categórica, a repórter da SIC no lançamento de uma peça em que fala com um "senhor António", comerciante. Este garante que "os homens não gostam de collants porque cola muito ao corpo e faz comichão". Não sei se os homens a que o senhor António, comerciante, faz referência são "os portugueses", como a repórter qualifica os habitantes cá do rectângulo, esquecendo os das ilhas. Mas fiquei a saber que os ucranianos, angolanos, cabo-verdianos e brasileiros residentes em Portugal não "tremem de frio". Boa notícia para eles: assim não precisam de collants.


Depende da marca dos collants…
Há-os deliciosamente aveludados, mornos e aconchegantes.
Há-os acetinados e translúcidos, ligeiramente frescos e levíssimos.
Há-os mais agrestes, mas muito quentinhos.
Depende, também, da sensibilidade epidérmica e da capacidade da carteira…
Eh! Eh! Eh! Lindo!
Bem, Margarida, eu não diria melhor. E vendi collants desde que se inventaram até aos dias de hoje!!!
Cumprimentos
JM
Quando falam em portugueses, eu, como açoriano, sinto-me abrangido também. Não percebo a sugestão de discriminação dos Açorianos e Madeirenses. A minha nacionalidade é Portuguesa!
Como não percebeu, eu vou dizer o mesmo de outra maneira.
1. É errado dizer que “os portugueses tremem de frio” quando a vaga de frio polar a que se refere a peça não abrange os Açores e a Madeira.
2. É errado dizer que “os portugueses tremem de frio”, como se aqui no rectângulo não vivessem larguíssimos milhares de brasileiros, angolanos e cabo-verdianos, que por virem de climas quentes ainda têm mais motivos para “tremer de frio”.
Bom fim de semana (sem frio)
Esclarecido.
Cumprimentos, bom fim de semana.
Ontem na janela indiscreta, o Pedro Rolo Duarte falou neste post……