Se tivesse de decidir entre a Maçonaria e o Opus Dei, escolhia a Olivedesportos. Aquela coisa do cilício parece-me desconfortável e o avental, apertando menos as carnes, tem, convenhamos, o seu quê de ridículo. Para além do mais, dizem-me que para pertencer à irmandade dos Oliveiras já não é obrigatório usar bigode.
A propósito das sociedades secretas
Rui Rocha,

Nunca entraria em nenhuma que apenas me interessam quanto aos fins que prosseguem e por que meios e com que métodos interferem na vida política portuguesa.
Ah, entretanto o presidente do grupo parlamentar do PSD ainda está em funções e isso é inqualificável.
Esta gente já devia ter percebido que o país não está com paciência para manifestações e práticas socratinas.
Falando a sério, Luís, concordo consigo. E, de facto, é preciso que se perceba que não há contexto nem paciência para manter no presente certas jogadas.
Boa tarde meu caro Rui,
Antes de mais, isto está diferente ou é impressão minha? Espero que não tenham pintado o blog por causa de problemas na relva, perdão, na erva!!! ehehehehe (a esta hora já está o Pedro Correia a pensar que sou um lampião chato)
Além de que na Opus Dei se ouve muito a frase “Meu Deus” na Maçonaria a frase “Meu irmão” enquanto na Olivedesportos o que mais se ouve é “Meu bem” (ler por favor com pronuncia ‘transatlântica’).
De qualquer forma a moral da história é a do costume: Pior que inimigos, eram irmãos.
Falar de moral nestes casos parece-me forçado, Carlos Alberto. Um abraço.
Estou contigo!
Parece-me que nunca seremos milhões.
Não foi o Oliveiran (irmão), quem disse que as eleições (nomeações) para a Liga e para a Federação dos futebois tinham, obrigatoriamente, que ter o acordo da Olivedesportos? Se assim for, faz sentido, esta loja é melhor que as lojas dos maçons e dos outros.
Claro, Tiro ao Alvo. No ramo do agenciamento de emprego é a loja que apresenta melhores resultados. Afinal de contas, quem é que quer ser líder parlamentar?
António Oliveira decidiu partir a loiça toda. Qual elefante numa loja de porcelana, apontou a dedo quem, na penumbra, tem agrilhoado o futebol português há 30 longos anos e o respectivo clube que daí tem retirado vantagens. Por muito que possa custar, esclareceu os mais incautos sobre quem é o único clube português com dimensão mundial, por mais distinções que se façam no Dubai. Através das transcrições das escutas do “Apito Dourado” já tínhamos percebido o lodaçal imundo em que está enterrado o futebol português, agora, perante a contínua surdez e inércia das autoridades a história repete-se: “manda quem pode, obedece quem tem juízo!”