Aguarda-se com expectativa se a repetição das eleições para os emigrantes será por correspondência ou presencial. Parece que a presencial não é permitida nas Legislativas. E causaria um recorde em abstenções, porque, na Alemanha, por exemplo, há quem tenha de fazer centenas de quilómetros para votar presencialmente.
Mas eu duvido que haja tempo para enviar a papelada pelo correio (que terá de ser enviada de volta) a todos os votantes, até dia 27 de Fevereiro.
Dizem que a responsabilidade é do PSD. Será?
Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos!

O que parece ter sido esquecido por toda a gente é existe uma lei que impede o Estado e serviços em geral de exigir fotocópias do CC. Até os centros de empregos (que normalmente são uns fascistas de primeira com papeladas) estão impedidos de pedir fotocópias do CC. Pode ser fornecida voluntariamente mas não pode constituir-se como requisito obrigatório.
Que se abra uma excepção “constitucional” para as eleições e, pior, que um voto possa ser relacionado com uma pessoa em particular é para mim bem pior do que não votar. Sobretudo quando o voto electrónico resolveria este assunto de uma vez por todas e as pessoas poderiam votar até pelo telemóvel ou em qualquer lado.
Uma vergonha sem perdão! Quem é que acredita que isto é um país?
Num país a sério as eleições teriam de ser repetidas. Ponto
Não era só para os emigrantes na Europa.
Teriam de ser repetidas em todos os círculos eleitorais.
Com tempo.
Novas eleições numa data simbólica, 25 de Abril, até lá, há tempo para afinar a democracia.
Eu gosto é de eleições…
Os instalados tremem de medo por essa natural solução.
Resta acrescentar que cabe a todos os deputados eleitos e confirmados nas anteriores eleições válidas se pretendem ou não uma nova eleição em todos os círculos eleitorais.
Marcelo Rebelo de Sousa, também, tem uma palavra a dizer; o facto é que o governo ainda em vigor não conseguiu organizar eleições.
Cabe a todos os deputados ainda em funções ajudarem o governo (ainda em funções) a organizar umas novas eleições gerais, como já sublinhei, em todos os círculos eleitorais.
Não consigo perceber,porque portugueses que estão há 10/20/30 anos fora do País , têm que votar! Quando sofremos na pele os cortes durante a Troika,eles também foram abrangidos?
Por essa lógica, os portugueses residentes em Portugal que não sofreram na pele os cortes durante a Troika (que também os há e muitos) também não poderiam votar.
MISERÁVEL
Marcelo afirma ter ficado surpreendido com a decisão do Tribunal Contitucional, mas adianta sem pestanejar que é a democracia a funcionar.
Resultado, o mais alto magistrado, surpreende-se indecorosamente ao ver o respeito pela democracia funcionar fora da sua margem..
Porque é que o acordo de 18 Janeiro não abriu Telejornais e fez primeiras páginas?
Sim, porque não se divulgou esse acordo? Não fosse este imbróglio e ninguém sabia que ele tinha existido.
Precisamente e foi uma conspiração para violar a lei.
Mas como foram membros dos partidos ninguém vai ser punido judicialmente.
O Tribunal Constitucional tem (por uma vez) toda a razão. Se a lei diz que os votos só são válidos se vierem acompanhados de uma cópia do Cartão de Cidadão, então os partidos não têm o direito de fazer de forma contrária.
O Tribunal Constitucional?? Ou um jovem de 23 anos de um partido que teve menos de 1%de votos,que escreveu para lá? Ridiculo! Na “Visão” vem a entrevista a este jovem. Bem podem atrasar e o que quiserem,mas o P.S. teve a maioria absoluta! Aceitem,que dói menos!
Tenho um familiar em Londres,que não enviou C.C e não vai enviar,ele e muitos. Não se sentem seguros. Por este andar,daqui a 4 anos e 7 meses,ainda estamos a votar na Europa!! E no círculo fora? Tudo certinho. Estranho…
Dizem que é as fotocópias do Cartão do Cidadão não servvem como identificação; dizem que há legislação portuguesa a proíbir fotocopiiar o Cartão do Cidadão para servir de identificação; dizem que legislação da Europa vai no mesmo sentido.
Quem souber desta matéria que fale.
republiqueta de vão de escada com dirigentes irresponsáveis e incompetentes
vivi anos fora desta bosta e tive de regressar
A ideia de inscrever automaticamente os eleitores, a partir do Cartão do Cidadão (CC), pode ser uma boa ideia para os Partidos, que “ganham” mais quando arrecadam mais votos, mas não me parece boa ideia para Portugal. 1- Tenho familiares emigrados no Brasil que requereram o Cartão do Cidadão, para maior facilidade de movimentação na Europa; 2- Esses parentes nunca votaram, nem desejam votar em Portugal; mas outros, nas mesmas condições deles podem “vender” os seus votos; 3- Os nossos emigrantes na Europa, quando mudam de residência, raramente actualizam o CC; 4- Muitos emigrantes mantêm a morada em Portugal, por razões de vária ordem; 5- Há emigrantes com CC que não sabem falar português, nem acompanham a vida dos nossos Partidos; 6-A remessa dos votos para emigrantes que não querem votar, é puro desperdício.
Por tudo isto, parece-me que o melhor seria os emigrantes, aqueles que queiram exercer o seu direito de voto, inscreverem-se nos cadernos eleitorais, através da NET e por um processo simplificado, confirmando nesse acto a sua correcta morada. Aqui fica a sugestão.
Vamos andar nisto,para quê? Só vão ser eleitos 4 deputados! Eu votava era para a C.N. E.ser toda remodelada! O indivíduo que apareceu durante a campanha,estava sempre a falar com ar de frete.
“…Dizem que a responsabilidade é do PSD. Será?”.