Realmente, a Câmara autorizar uma construção tipo “bairro da caixa” numa zona nobre da cidade é para o Medina ser chamado à responsabilidade nas próximas eleições.
Ah!? Pensei que era sobre o prédio de mau gosto (ou será que é de alguma imobiliária amiga). Este “A Lisboa do Medina (5)” é por causa do grafiti, para fiscal de propaganda contra e Medina estás a perder qualidades. Se visualizarmos o prédio em 2020 ainda o grafiti só chegava ao 1º. andar e se viesses com este protesto sem ser em tempo de eleições talvez os INSANOS desistissem da maluqueira.
Escada magirus, se calhar. São capazes disso e de muito mais para conspurcar a cidade. Ficam impunes e alguns são até enaltecidos como “artistas”, como aquela janada que borrou o Padrão dos Descobrimentos. Pagamos todos nós, claro. Em taxas e taxinhas.
Que tem Medina a ver com pichagens feitas num prédio particular? Ele nada tem a ver com o caso. São os proprietários do prédio quem terá que o (mandar) limpar. Medina nada pode fazer.
Nao conheço quem ache isso “arte”. Nem grafitti são, esses ainda são discutíveis. Aquelea murais da 24 de julho sempre me fascinaram, e nem são da minha cor. Interessante como o Padrão foi limpo de un dia para o outro, em contraponto com tanto outro local.
Em várias zonas de Lisboa (Campo de Ourique, por exemplo) ainda há paredes pichadas com slogans da campanha política de 1976. Esses até compreendo que não se apaguem. Já formam uma espécie de museu ao ar livre.
Aquela tinta azul era de fraca qualidade e a limpeza dos monumentos é da competência camarária. E aquilo nem sequer se pode considerar grafiti, é uma “mensagem” parecida como as ‘amo-te Liká’, ‘o Bibi é rabo’, ‘Ó Medina vai pro Porto’, ‘os lagartos parecem lagartixas’, só que esta foi mais chique e em estrangeiro bastava ‘não à globalização’. Na parede da Igreja de Santo Antão, em Évora, esteve pintado a tinta azul ‘Vota CDS’ durante vários anos sem ninguém limpar, só quando a Igreja teve obras de conservação desapareceu a mensagem.
Realmente, a Câmara autorizar uma construção tipo “bairro da caixa” numa zona nobre da cidade é para o Medina ser chamado à responsabilidade nas próximas eleições.
Haviam de fazer isto no prédio onde moras. Saías logo à rua a bater palminhas.
Ah!? Pensei que era sobre o prédio de mau gosto (ou será que é de alguma imobiliária amiga).
Este “A Lisboa do Medina (5)” é por causa do grafiti, para fiscal de propaganda contra e Medina estás a perder qualidades. Se visualizarmos o prédio em 2020 ainda o grafiti só chegava ao 1º. andar e se viesses com este protesto sem ser em tempo de eleições talvez os INSANOS desistissem da maluqueira.
Não penses muito. Dá mau resultado.
Pensar muito dá mau resultado?
Agora também és o fiscal do pensamento?
Aguenta a jogada e não entres à sarrafada.
No teu caso, pensar em excesso faz mal à saúde. É melhor dares folga aos neurónios.
Como chegaram lá?!…
Escada magirus, se calhar. São capazes disso e de muito mais para conspurcar a cidade.
Ficam impunes e alguns são até enaltecidos como “artistas”, como aquela janada que borrou o Padrão dos Descobrimentos.
Pagamos todos nós, claro. Em taxas e taxinhas.
Como chegaram lá?!…
É black culture. Não precisam de se esforçar, são empurrados. Se for preciso passam a fazer prédios só com o r/c.
Alguns devem “pintar” com as hastes. São mais compridas do que escadotes.
Que tem Medina a ver com pichagens feitas num prédio particular? Ele nada tem a ver com o caso.
São os proprietários do prédio quem terá que o (mandar) limpar. Medina nada pode fazer.
O autarca nada tem a ver com Lisboa, claro.
A culpa deve ser do Isaltino ou do Rui Moreira, sei lá. Ou do Passos.
Será que foi a gaja ?
Pode ter sido. Ela ataca em Belém.
Na versão do Pacheco Pereira deve ter sido a “direita”.
A “francesa” de côr, escreve melhor.
Nao conheço quem ache isso “arte”. Nem grafitti são, esses ainda são discutíveis.
Aquelea murais da 24 de julho sempre me fascinaram, e nem são da minha cor.
Interessante como o Padrão foi limpo de un dia para o outro, em contraponto com tanto outro local.
Em várias zonas de Lisboa (Campo de Ourique, por exemplo) ainda há paredes pichadas com slogans da campanha política de 1976.
Esses até compreendo que não se apaguem. Já formam uma espécie de museu ao ar livre.
Aquela tinta azul era de fraca qualidade e a limpeza dos monumentos é da competência camarária. E aquilo nem sequer se pode considerar grafiti, é uma “mensagem” parecida como as ‘amo-te Liká’, ‘o Bibi é rabo’, ‘Ó Medina vai pro Porto’, ‘os lagartos parecem lagartixas’, só que esta foi mais chique e em estrangeiro bastava ‘não à globalização’.
Na parede da Igreja de Santo Antão, em Évora, esteve pintado a tinta azul ‘Vota CDS’ durante vários anos sem ninguém limpar, só quando a Igreja teve obras de conservação desapareceu a mensagem.
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