A Lisboa de Medina (3)


Pedro Correia,

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Lisboa, Largo do Conde Barão

23 comentários em “A Lisboa de Medina (3)”

  1. Parece o beco dos prazeres, com a gorda em laboração continua. A prostituição a céu aberto nas ruas de Lisboa continua a facturar sem que ninguém se preocupe com as condições decadentes do seu local de trabalho. Dia e noite o corrupio continua.

  2. Bom dia Pedro Correia
    Se fosse só em Lisboa………Em todas as cidades vilas e aldeias, e lá fora não é completamente diferente, se encontram sempre situações e locais lamentáveis, degradados, seja em que época for. O que pessoalmente me revolta é o não cumprimento de legislação em vigor que, em determinadas circunstâncias e passados certos prazos, permite intervenções compulsivas por parte das autoridades autárquicas. E o que igualmente me revolta é a propaganda que finge não existirem situações como as que vem mostrando em fotografias. Tenho em arquivo centenas de fotografias exemplificativas. Adicionalmente, existem situações complexas no plano jurídico, como por exemplo uma observável em Altura, Algarve, numa zona por trás de vivendas geminadas, um largo deplorável, ninho de porcaria e bicharada, situação que se arrasta há anos.
    Uma coisa tenho como certa, muitos autarcas têm muita responsabilidade no deixar arrastar situações degradantes. E quanto a tribunais administrativos…………..
    Bom fim de semana. Saúde.
    António Cabral

  3. Não admira que as obras de santa Engrácia tenham sido inventadas em Lisboa.
    Há que se manter arreigado à tradição.

  4. Lenita Gentil interpreta Lisboa no Faia YouTube
    ( um espaço que me é familiar e a Lenita para mim é simplesmente
    a melhor fadista depois da genial e tão nossa Amalia).

  5. Lisboa em obras é assim desde os tempos da carochinha.
    Ir arranjar Lisboa Medina (3) com estas obras não vai ter tempo de visitar todas as obras que por este tempo antes de eleições sempre se fazem por todo o país.
    Isto é popularuchada a querer passar atestados de estupidez a quem visita o Delírio de Opinião.

  6. Não há paciência para obras e mais obras. O parque infantil nas imediações do meu apartamento esteve fechado durante o estado de emergência. Quando voltou a abrir, e após cerca de um mês, voltou a fechar para obras de requalificação do jardim onde está inserido. Fui então a um parque infantil um pouco mais longe com a criança mais pequena. Lá chegados reparamos que se encontra fechado para requalificação.

    1. No capítulo das obras que se eternizam em Lisboa, nenhuma tão emblemática como a da estação do metro dos Anjos, fechada há mais de quatro anos.
      Encerrou em Maio de 2017 para “obras de beneficiação” que deveriam terminar em 2019…
      Prosseguem sem fim à vista.

      1. Verdade. A zona dos Anjos está um caos há imenso tempo. Lembro-me de umas obras intermináveis no largo do Chafariz de dentro, frente ao Museu do Fado. Parecia que o estaleiro já fazia parte de largo.
        MAs a questão dos jardins e parques infantis é diferente. São obras que supostamente se poderiam fazer numa semana. Mas a opção é fechar os espaços todos durante meses, com prejuízo para os moradores. E não se vê ninguém a trabalhar depois de procederem à vedação dos espaços. Estranha forma de tentar ganhar votos.

          1. Errata: onde se lê Anjos, leia-se Arroios.
            Anjos é onde somos forçados a sair há vários anos quando nos deslocamos de metro para Arroios.

          2. Pois é. O Pedro disse Anjos e eu não me apercebi do erro. É o poder da sugestão. 😉
            É Arroios, sim senhor. O caos no cruzamento da Almirante Reis com a Morais Soares.
            Há anos a fio…

  7. Segundo o prazo contratado, as obras deveriam ficar concluídas esta semana.
    Ao menos não há que preocupar com os comerciantes: em Lisboa, eles não gostam de trabalhar em Agosto; nem querem o dinheiro dos turistas para nada.

    1. Se for como as obras do metro de Anjos, que se arrastam há cinco anos sem fim à vista, os lisboetas podem esperar sentados. Os comerciantes da zona já faliram em grande parte.

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