A Lisboa de Medina (18)


Pedro Correia,

20210903_173813.jpg

20210903_174007.jpg

Lisboa, Rua do Ouro

28 comentários em “A Lisboa de Medina (18)”

      1. Vá agora para finalizar atira com uma Chegada de João Gomes Almeida
        Lisboa não é Medina e viva o cristianismo ocidental.
        Que tal esta medinice?

          1. Está a atirar areia prós olhos dos incautos, com esta medinice Chegada atrasada.
            Sabe perfeitamente que não vive ninguém naqueles prédios da Baixa.
            Aquele e muitos outros estão a render sem se mexer uma palha, mas é a lei da oferta e da procura, também conhecida como especulação imobiliária dos Sachs & Cia, e seus peões no terreno com o ‘aquilo é culpa dos medinas e vamos arranjar tudo para arrendar aos jovens a baixo custo’ (despesismo diz o IL)

          2. Aconselho-o a fazer frases mais curtas.
            Usa frases tão compridas que acaba por perder-se a meio. E ninguém entende o que quer dizer.

            (Não precisa de me agradecer.)

      1. Em breve vai ser a Rua do Pechisbeque — se entretanto os monhés não se matarem todos uns aos outros à catanada como fazem no Martim Moniz, mas nascem sempre mais do que morrem portanto vai mesmo ser a Rua do Pechisbeque e vão cobrir o planeta de chafaricas de pizzas pré-congeladas e lojas de pechisbeque.

        1. ‘se matarem… à catanada como fazem no Martim Moniz..’ e devem fazer chamuças, nunca se vê esses mortos. Ou é mais uma piada urbana? Há uns anos foi com chineses.
          Qualquer país da Europa com passado colonial, tem milhares de habitantes imigrantes desses países ex-colónias. A França e a Inglaterra e um pouco os Países Baixos são os casos mais flagrantes.

  1. Nem tudo o que luz é ouro. Ouro mesmo, só de nome. O Medina nem a calçada dos passeios arranja para evitar que idosos se desloquem pelo meio da rua para evitar os socalcos que desequilibram. Dedicou-se à jardinagem como se as pessoas se alimentassem de plantas.
    O Costa de lição em lição vai-se à Galp quando tudo já passou e se consumou. Desde que se tornou um Rambo de bazuca na mão não há como pará-lo. Não acerta num único alvo.
    O infestação aparenta nas notícias que saem, e só aparenta, ter diminuído. Mas as vitimas mortais aumentam em relação aos que dizem estar infectados.

  2. Qual é o problema do Pedro? Os proprietários já não têm o direito de fechar os seus prédios? O Pedro pretende abolir o direiro de propriedade?

      1. Não é necessariamente especulação. Os proprietários do prédio podem já ter entregado na Câmara um projeto para remodelação (possivelmente para transformar em hotel ou em alojamento local, que é o que está a dar naquela área) e estarem à espera da sua aprovação.
        Ou então os proprietários do prédio podem, devido à dispersão das heranças, ser muitos e não se entenderem bem entre si, ou então terem problemas em provarem quem são, e por causa disso ainda não puderam fazer nada com o prédio. O prédio pode não estar registado em nome dos atuais proprietários, etc.
        Pode crer que há muitas boas razões, que não a especulação, para explicar porque é que certos prédios permanecem longos anos emparedados sem que nada lhes seja feito.

        1. Toda a gente sabe isso, e o Pedro Correia também.
          Mas esse ponto de vista não interessa, não corre com o Medina.
          O que interessa são estas medinices para os incautos, e quem não topar a graçola leva com um atestado de estupidez de todo o tamanho. Provavelmente são ordens da campanha do Chegado.

          1. Os sem-abrigo foram enfim retirados da Almirante Reis para Suas Excelências não ficarem mal na fotografia enquanto passeiam com jornalistas nessa avenida.
            Já é um efeito positivo dos meus postais.

            Tome cuidado: se retirarem também os sem-nome, você vai na enxurrada.

  3. O António Bazooka Bill promete tiros por onde passa. Nem num filme da Cannon se via tanta bazucada. O Chuck Norris tinha aquelas metralhadoras que nunca precisavam de munições, era disparar e ver os inimigos caírem. Presumo que a bazuca do António também tenha tiros infinitos.
    Aqui a terreola entrou em força nos jornais. Bastou cheirar que o PS corria o risco de ser apeado, foi um ver se te avias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *