A ler


Sérgio de Almeida Correia,

“Neste plano, a Alemanha surge como a maior detentora de dívida contingente, que atinge 145% do PIB, seguida da Holanda com 111%, apresentando a Grécia um dos valores mais baixos com cerca de 17% e Portugal cerca de 70% do PIB. Quer isto dizer que se fizermos uma análise mais rigorosa e transparente da dívida pública teremos de adicionar a divida formal à dívida contingente, o que tem como resultado que a Irlanda terá a maior dívida pública com 234% do PIB, seguida da Alemanha com 222%, à frente de Portugal com 198% e da Grécia com 192% do PIB.” – Miguel Santos Neves, OJE

0 comentários em “A ler”

  1. Partindo do princípio de que a Alemanha tem as suas contas em ordem e não terá dificuldade em pagar, tanto a dívida formal, como a dívida contingente, por aqui se vê o imbróglio que os governos anteriores nos deixaram, coisa que nem toda a gente consegue ver.

  2. O problema é que a UE não tem políticos tem pessoas que dizem que governam, mas não fazem nada, a não ser destruir. Que quer uma Alemanha fazer aos povos do sul da Europa? Que visão tem esta gente que não vêem que quanto mais pobres forem os países, mais cai o PIB deles. Se não houver quem compre os seus produtos também eles vão na derrocada. É pena que a fria Alemanha, não tenha aprendido, nada, com o genocídio que fizeram e parece quererem mais. Será que não vêem a situação geográfica da Grécia? Não, não vêem nada, vêem apenas, o, eu quero, posso e mando e isto é muito mau.

  3. Mais uma citação hilariante. Eu que pensava que erradamente chamada “austeridade” era má.

    Na prática o autor critica tudo o que defende com esta citação.

    Nunca se viu o autor a criticar a formação de “divida contingente”, pelo contrário temos sempre criticas a cortes a não aumentos de salários.

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