Ruskin. John Ruskin. Vinha embalado num volume de capa azul de qualidade duvidosa, bem acompanhado pelos outros profetas vitorianos e, nesse tempo longínquo em que fotocopiar livros era apenas fotocopiar livros e não um atentado de lesa autor, fui buscá-lo ao único sítio possível, à cave da faculdade onde eram anunciadas excursões em autoplumas e a vida transitava tranquila longe dos gadgets contemporâneos. Terá sido por essa mesma altura que o conheci. Ao Ruskin bem entendido e a ele também. A coincidência ter-me-á aliviado a preocupação com as coisas que ele lê e vê por estas alturas e pensei de imediato que ainda teria de ir à garagem desencantar o meu livrinho, pseudo livrinho, pois claro, para melhor entender esta mente multifacetada, este homem que escreve e bem, tira fotografias como ninguém, tem uma gata, muitíssimo importante para quem como eu tem uma queda por felinos, diz que se esqueceu que ia ver os filmes de Bergman por causa das mamas e que também não se lembra se o Marco chegou a encontrar a mãe. Tudo isto frivolidades de uma rapariga morena, dirão, mas quando estamos prestes a acolhê-lo em nossa casa há que nos prepararmos a preceito. Tem um palmarés que dispensa as minhas humildes palavras, um talento reconhecido a quem assenta na perfeição o nosso velho amigo Ruskin “A great thing can only be done by a great person; and they do it without effort” e faz parte das preferências do Delito. Caríssimos comentadores e comentadoras, delituosos e delituosas, dêem as boas-vindas ao José Bandeira. A partir de agora também no Delito de Opinião.
A great thing can only be done by a great person
cronicasnofeminino,

Com tal carta de recomendação só podia ir logo espreitar, não é? E não é que gostei mesmo do que li?
:)))
Que bom, mdsol. :o)
Clap, clap, clap. Hoje é um grande dia para o Delito!
Pronto: Bandeira já temos. Agora só nos falta o hino.
Bem-vindo, Zé.
Obrigado, Ana! É bom estar aqui. Esperei pelo pôr-do-sol para responder, assim o dia seria o maior possível. [eu tentado a escrever um hino mas desistindo por respeito a vocês] ;o)
Eia!, Leonor [eu corando], muito obrigado. Pelo Ruskin também, pode ser que seja desta que publicam as obras dele em português (ou mirandês, já não era mau).
Grato pelo convite, a ti e aos restantes delituosos, os que concordaram com ele mas também ao Judas que disse que nem pensar, ele sabe que eu sei quem ele é e que tenho a matrícula do carro dele. Dito isto, tentarei cumprir as funções que agora me são confiadas com o mínimo de seriedade, até porque de mais não sou capaz e vem na Constituição que isso é ok e tal.
Um abraço forte a todos e um beijo de amigo velho para ti.
jb
Eu sou apenas um comentador. Quem pratica delitos, e dos grandes, é a Leonor com alguns posts com uns trolhas e personagens quem alguém considera homens. Onde é que eu ia?… Seja bem vindo José Bandeira. Um abraço.
Obrigado e um abraço para si também, Mike.
Já só nos falta o Alves Reis…
Bem-vindo e um abraço, José Bandeira.
Obrigado, caro João. O Alves manda dizer que não pôde vir, vicou… eh… preso por umas coisas.
Meu caro, um grande abraço de boas-vindas. Instala aí a tenda com os teus pertences: estás em tua casa.
Obrigado, Pedro, será um prazer. Assim que conseguir resolver a questão com o Sapo, claro (não está fácil, acho que alguém os avisou de que sou eu quem está a tentar criar uma conta). Entretanto, forte abraço
jb
Há muito que sou fã do Bandeira ao Vento, de modo que fico muito satisfeita com esta contratação. Bem-vindo, José Bandeira.
Eia! Uma fã do BV. E a minha mãe a garantir-me que pagava aos leitores do blogue para lá irem… Vou já telefonar-lhe, sei que a esta hora está a dormir. 😀
Obrigado, Teresa, tentarei cumprir.
Abraço
jb
Ena, tanta gente divertida, eheheh..
Eu, não: eu sou um chato.
Seja bem-vindo, José Bandeira, e espero vê-lo por aqui muitas vezes a agitar a sua “Bandeira de canto”.
O Luís Figueira é um amigo de longa data, José.
Obrigado, Luís – amigo de longa data do João meu amigo é.