A fúria


eventhorizon,

Há por aí uma carrada de ateus em fúria por causa da tolerância de ponto da visita do papa. Isto, reconheça-se, é um progresso assinalável. Estamos em tempos de crise, e pode ser uma boa oportunidade para o Estado e as Empresas pouparem uns trocos com o “subsídio de Natal”, que a malta já está no espírito da coisa e tudo.

20 comentários em “A fúria”

    1. Já no Verão veraneia no pagamento do sub de férias. Se não sabiam ficam a saber que há quem pague o sub . ferias depois das ferias gozadas.

        1. Dívidas contraídas pelas férias que passaram no Brasil ou noutro país tropical, porque os que receberam depois de gozadas as ferias, talvez as tenham passado numa ilha tropical como…… as Berlengas. A propósito, conheço e, é um arquipélago muito bonito, fauna e flora excelentes. Para quem gosta de mergulho é 10 estrelas.

          1. E para quem gosta de gaivotas e restante passarada marinha… uma autêntica invasão. Lembro-me das Berlengas bem mais apetecíveis do que agora, que estão um mar de penas (e não só).

          2. Olhe que não! Olhe que não! Volte e vai achar diferenças para melhor! Já lá estive este ano. Inverno-Primavera , como nas colecções!

          3. Admito que tenha razão, já não vou lá há alguns anos. Mas o que fizeram para melhorar as coisas? Na última vez que lá estive, aquilo parecia o cenário de Os Pássaros, do Hitchcock!

          4. Foi nomeada para uma das 7 maravilhas de Portugal! Mas pelos vistos não chega!!!! É preciso gostar-se de descanso absoluto, sem levar relógio , dar uma voltinha à ilha, de barco, gostar de silencio, gostar de ouvir as ” Cagarras “, (penso que é assim que se chamam os pássaros parecidos com gaivotas ou pelo menos é assim que lhes chamam nessa zona) e levar boa companhia. Mas gostos são gostos e cada um é ” como cada qual!” (roubei a expressão ao Romão Felix)

          5. As “cagarras” não são dos Açores?
            E se acrescenta “levar uma boa companhia”, retiro o que disse. Quanto mais sossegada, longínqua e deserta for a ilha, melhor. Nesse caso, quem se importa com a passarada?
            🙂

          6. se puderem vão aos Farilhões. Solitário,mesmo. Aos tais pássaros o meu Pai chamava-lhes pardelas, com um piar arrastado que soava como “éeste,éeste,éooutro,éooutro”,enfim, serões antigos da Praia de Santa Cruz e do Baleal…

          7. Espere aí, Fernando… serões antigos no Baleal? Antigos de quantos anos? Parece-me que temos de falar…
            Os pássaros não eram “pardelhas”, em vez de “pardelas”? Lembro-me, no Baleal, da expressão “ir ouvir as pardelhas”, que era uma espécie de código para irmos namorar, sem o grupo todo atrás…
            🙂

          8. O Fernando tem razão (também conheço os Farilhões) e aquela espécie de gaivota, penso que é uma espécie de gaivota, também se chamam por estes lados de pardelas . O piar é que é diferente, por estas bandas parece mais com ” oito, oito”. Também há pássaros parecidos na ilha do Baleal (agora península ). Para namorar há uns anos atrás pelas bandas do Baleal e Berlengas não eram necessárias desculpas, o clima era propicio, a desculpa era para os mais envergonhaditos. De qualquer das formas, não sei se me vou repetir, as Berlengas foram escolhidas para serem uma das maravilhas de Portugal, não é de certeza, pelo mar de penas que a Ana encontrou quando lá esteve . ( esta opinião também podem achar tendenciosa, porque esta região é uma região que eu adoro).

          9. Amigo Zeparafuso, eu conheço o Baleal e as Berlengas (e os Farilhões, claro) desde criança, e aposto que você não gosta mais daquela zona do que eu! As Berlengas são uma beleza, e o excesso de passarada que lá vi na última vez que lá estive não lhe tirava nem um pingo de beleza narural.
            Quanto aos namoros e às desculpas, acredite que aos 14 ou 15 anos (noutros tempos, muito diferentes de agora, e pelo menos para as meninas) era preciso alguma imaginação e muitos códigos para fintar os pais, mesmo para as menos envergonhaditas… o clima era propício, tem razão: as noites eram quase sempre frias!
            🙂

          10. Não aposte porque pode perder! Acredite que aos 14, 15 anos já havia pessoal que não precisava de desculpa. Os namoros é que não eram iguais, aos de agora, bem entendido. O conhecer o Baleal e as Berlengas, incluindo os Farilhões desde criança…….nem ponho isso em causa. Quanto ao gostar só digo para não apostar….. porque o gosto não se mede…….penso que entendeu.

  1. Pois acredite João Campos, que eu que não sou ateia, estou em fúria. é que a tolerância de ponto é sempre só para os mesmos do costume, e são sempre também os mesmos do costume que a pagam.

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