0 comentários em “A Europa rendida ao medo (5)”

  1. O que esperava de uma velha Europa completamente laica ? Não se pode ser todos os dias charlie. A nossa religião é o materialismo, conforto e alguma segurança.

    1. Não tem nada que ver com Laicismo, tem que ver com o Marxismo e os seus derivados. O òdio à Civilização Ocidental nascida do Marxismo.

  2. E, se bem vejo, os sapatos não estão SOBRE os tapetes, mas sim nuns orifícios dos tapetes… E, se bem leio, a obra é da autoria de uma franco-argelina.

  3. Independentemente da decisão sobre a retirada desta “obra” de uma exposição supostamente artística, eu diria que ela nem deveria estar lá exposta em primeiro lugar… oscila entre o mau gosto, a inanidade e a estupidez.
    Seria como fazer uma “obra de arte”, sei lá, em que se pusesse um Cristo pregado na cruz pendurado por uma corda com um laço corrediço ao pescoço, a fingir enforcamento. Seria estúpido, sem sentido e de mau gosto.

  4. "De repente" toda e qualquer imagem e/ou conversa aludindo ao mundo árabe/muçulmano é considerada um atentado ao Corão, ao Profeta, aos muçulmanos!
    A sério…?
    Cumprimentos.

  5. O sr. Lavoura sabe muito bem que qualquer instalação artística de merda que verse o catolicismo é recebida com júbilo. Trata-se sempre de arte, de polémica saudável, de irreverência, de intervenção cívica e seja lá o que for. O engraçado é que os merdas artísticos que projectam tais maravilhas nunca se metem com a religião da paz, ~vá-se lá saber porquê.

    1. Curiosamente, qualquer instalação artística que verse o catolicismo é sempre uma instalação artística de merda. Quanto à instalação artística do post, não sei se é de merda ou não. Acho apenas que não deve ser proibida. Nenhuma opinião ou expressão artística deve ser proibida – seja ela de merda ou não. A liberdade não é só para o Leonardo da Vinci. Também é para quem tem opiniões ou expressões artísticas de merda.
      Finalmente, além de termos a liberdade de dizer o que queremos, também temos a liberdade de não dizer o que não queremos. Quem quer meter-se com o catolicismo, mete-se. Quem não quer, não se mete. E quem quer meter-se com o catolicismo não fica obrigado a meter-se também com o islamismo, o judaísmo, o zoroastrismo ou a cientologia. E vice-versa.

      1. «Termos a liberdade não dizermos o que não queremos»? O seu conceito de liberdade é, no mínimo, muito original. Quase me parece sinónimo de censura. Vou até grafá-lo como merece: com as respectivas aspas. Fica assim: «liberdade».
        Lindo, não?

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