Nós já fomos assim. Nos países islâmicos, vive-se com a mentalidade que tínhamos até há 150/200 anos. É essa a única diferença. Que acarreta consequências graves, sem dúvida. A maior parte do povo islamita não sabe o que é a liberdade de expressão, por isso, não a entende. Os grandes culpados por esta situação são os líderes religiosos islâmicos (que tinham obrigação de estar melhor informados e acalmar a população) e os ditadores, a quem interessa manter o povo ignorante. Também isso já aconteceu connosco. Resta-nos dar uma prova de maturidade e ter paciência com estes excessos. Claro que quando a nossa própria segurança é posta em causa , não nos podemos limitar a olhar. Mas evitar provocar era já uma melhoria.
Pois fomos assim, Cristina. Mas o que se passou precisamente nesses 100/150 anos que refere – a revolução moderna – fazem toda a diferença. Não deixa de ser curioso que chineses e indianos, talvez com maior razão de queixa colonial, não reagem da mesma forma. Mais: estão a ultrapassar-nos com as nossas próprias armas.
Sim, também é verdade que há religiões que incitam mais à violência do que outras. Os hindus, tanto quanto sei, são pacíficos nesse aspeto, assim como os budistas.
As populações deste “Países” islâmicos -desenhados a régua e esquadro, por europeus, atendendo á regra colonialista dividir para reinar- essas populações, culturalmente, não percebem que não foi o PR Obama que fez, ou que o mandou, fazer o “filme”.
Mergulhados, como estão, em culturas religiosas hiper-autoritárias aquelas cabecinhas julgam que foi o “pobre” do PR Obama que mandou fazer semelhante filme, e, ouro sobre azul, com o claro intuito de ofender o Islão!.
Mais curioso, mas sintomático, é ouvir o Aiatolá chefe máximo religioso e político do Irão, afirmar, convicto, que o PR Obama “não devia ter feito aquele filme…”!!!.
Há ainda alguém que julgue que se pode conversar com aquelas alminhas? De aqui a quantas gerações?
Quanto mais arreigado o apego a símbolos, maior o atraso (ou o retrocesso) civilizacional…
provocações gratuitas…e num timming interessante…
Gratuitas mesmo, porque ninguém as encomendou.
Segue-se parte da Europa e os EUA quando a distância entre a presunção e a realidade ficar mais à vista…
“Have we gone crazy…”
http://worldcrunch.com/source-partner/wo rld-affairs/-quot-have-we-gone-crazy-quo t-journey-inside-cairo-039-s-violent-ant i-u.s.-protests/violence-anti-american-i slamophobia-extremist/c1s9600/
Nós já fomos assim.
Nos países islâmicos, vive-se com a mentalidade que tínhamos até há 150/200 anos. É essa a única diferença. Que acarreta consequências graves, sem dúvida.
A maior parte do povo islamita não sabe o que é a liberdade de expressão, por isso, não a entende. Os grandes culpados por esta situação são os líderes religiosos islâmicos (que tinham obrigação de estar melhor informados e acalmar a população) e os ditadores, a quem interessa manter o povo ignorante. Também isso já aconteceu connosco.
Resta-nos dar uma prova de maturidade e ter paciência com estes excessos. Claro que quando a nossa própria segurança é posta em causa , não nos podemos limitar a olhar. Mas evitar provocar era já uma melhoria.
Pois fomos assim, Cristina. Mas o que se passou precisamente nesses 100/150 anos que refere – a revolução moderna – fazem toda a diferença. Não deixa de ser curioso que chineses e indianos, talvez com maior razão de queixa colonial, não reagem da mesma forma. Mais: estão a ultrapassar-nos com as nossas próprias armas.
Sim, também é verdade que há religiões que incitam mais à violência do que outras. Os hindus, tanto quanto sei, são pacíficos nesse aspeto, assim como os budistas.
As populações deste “Países” islâmicos -desenhados a régua e esquadro, por europeus, atendendo á regra colonialista dividir para reinar- essas populações, culturalmente, não percebem que não foi o PR Obama que fez, ou que o mandou, fazer o “filme”.
Mergulhados, como estão, em culturas religiosas hiper-autoritárias aquelas cabecinhas julgam que foi o “pobre” do PR Obama que mandou fazer semelhante filme, e, ouro sobre azul, com o claro intuito de ofender o Islão!.
Mais curioso, mas sintomático, é ouvir o Aiatolá chefe máximo religioso e político do Irão, afirmar, convicto, que o PR Obama “não devia ter feito aquele filme…”!!!.
Há ainda alguém que julgue que se pode conversar com aquelas alminhas? De aqui a quantas gerações?
Aliás, decadência de uma INcivilização.