A cimeira da internet


jpt,

farage.jpg

 

Este homem esteve em Lisboa em 2017. Agora, por incritérios irracionais, vai uma barulheira por causa de um convite parecido. Puro machismo: se um “facho” homem vem tudo está bem, se uma “facho” mulher vem tudo está mal.

Entretanto, se alguém me conseguir explicar, à luz de uma visão democrática, a pertinência do Estado financiar uma actividade privada e decidir sobre quem nela pode participar eu juro que tentarei perceber, no meio deste veraneio.

Dirão que é “política”. Não, não é. De facto é mais profundo do que isso, é mesmo “sociedade”. É a prevalência do estatismo. E os “democratas”, os “antifascistas” pois “antilepenistas”, concordam, praticam, convocam, este feixe de práticas: o “Estado”, seus funcionários ou avençados, financia e assim decide não só o “quê” mas também o “quem”. A Le Pen fede? Fede. Mas isto, esta maneira de ver a vida, ainda fede mais. E não é lá em Paris de França, é “mesmo aqui ao lado”.

 

8 comentários em “A cimeira da internet”

  1. Jpt, muitos privados suspiram pelo Estado. Muitos privados aspiram a um estado de Estado.

    Se fosse possível convidar o Julius Evola, ou um Mosley ,até percebia que os quisessem ouvir. Agora a Le Pen!?

    1. Quer a minha opinião? Puta que pariu a Le Pen. E o Farage. Mas também putas que pariram todos os meus compatriotas que acham muito bem que o Estado financie “eventos” (como agora sói dizer-se) e depois os seus funcionários ou contratados telefonem a dizer “fulano não pode participar”. Ou julgar-se-á que isto acontece só na web summit com a líder francesa?

      1. Desculpem-me intrumerte-me na conversa, mas no antigamente, antes do 25doA é que havia censura, as pessoas pensavam o que quisessem, escreviam o que lhes dava na real gana, mas depois o poder instituído tentava só deixar publicar aquilo que o não pusesse em causa.
        Actualmente é tudo muito melhor, e mais democrático, o poder instituído tenta por todos os meios limitar o nosso pensamento, se não pensarmos como eles querem (não como eles pensam e fazem) querem-nos cortar a palavra nem que seja preciso cortar a língua ou até a cabeça.
        Tempos modernos tempos diferentes mas nada de novo debaixo do sol.
        (Um dia destes esta conversa será retomada, por agora ficamos por aqui).

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *