De pouco vale a ansiedade do conselho de redacção do Público – pressões assim sentem os jornalistas todos os dias. A mim, por exemplo, e durante os anos em que dirigi o Diário Económico, um primeiro-ministro não se coibiu de gritar ao telefone (apesar de lhe dizer que não estava sozinho na sala) que tivesse cuidado com o meu futuro. O que importa é o que se publica no dia seguinte, não o que se ouve na véspera – Martim Avillez Figueiredo, na última edição do Expresso.
À atenção de algumas almas sensíveis
Teresa Ribeiro,
