Em jeito de rescaldo da agitada cerimónia do 25 de Abril, o canal do Parlamento transmitiu diversas imagens sobre o decorrer das mesmas. Numa delas ouvimos o Presidente da Assembleia da República a falar num círculo de outras figuras do regime, onde se inclui o Presidente Marcelo.
O teor e o modo da conversa de Santos Silva fez-me lembrar um daqueles espertalhões da escola, do café ou do emprego, que se gaba de um qualquer feito perante alguém que se pressupõe lhe ser adverso.
Não é descabido que sua função de PAR possa ser comparável à de um árbitro. Este caso mostra a sua vontade de entrar nas jogadas para favorecer uma das equipas. Entende-se que está satisfeito pelo seu desempenho. Comporta-se como quem relata, e repete o relato, da forma como acha ter sido o melhor jogador em campo. E foi tanta a sua parcialidade na partida que acabaram de jogar, que, conta ele satisfeito, um jogador da sua equipa favorita chegou ao ponto de o tentar acalmar: “Deixe estar, deixe estar.” E no balneário ecoam as risadas.
Num ambiente aberto, a conversa poderia servir para tentar avaliar a reacção dos demais e daí tentar entender o que é que realmente acharam sobre o seu desempenho, mas isso só seria possível num espaço onde críticas livres e francas fossem possíveis. Ali, essa lógica não existe. O seguidismo e a risada por imitação são a regra. Para o bem e para o mal, somos animais gregários.
No vídeo é possível ainda ver a leviandade com que distribui carimbos de “falta de integridade política” que, entretanto, quer corrigir para “falta de maturidade política”, a todos os que não são da sua equipa. Acredito que esse detalhe irá ser o filão que ele próprio e a imprensa irão explorar, o que disse ou não disse ou queria dizer. Cada uma das facções em que o PS vai dividindo o país, irá acreditar na versão que lhe for mais apelativa.
Numa tentativa de eliminar da memória dos que assistiram às imagens, já mandaram eliminar as imagens do canal do Parlamento. Certamente que os partidários do árbitro, que se gaba de ser parcial, irão dizer que uma conversa informal não deve transmitida, mas isso só sublinha o incómodo que, mesmo negando, sentem pela divulgação do ocorrido.
Os donos do regime estão rodeados de figurantes que imitam os cãezinhos que decoravam as chapeleiras dos automóveis dos anos setenta, que pachorramente acenavam a cabeça na direcção que a inércia lhe indicasse. Estão decadentes, velhos de espírito e comportam-se como caciques.
Mais do que um árbitro parcial, o que vi nestas imagens foram dois tipos (a conversa do PR também é enjoativa) que se comportam como quem confunde a pessoa que é, com a função que desempenha. Cada um deles, à sua maneira, sente que pertence à restrita elite que domina o estádio. Para além das homilias declamadas no seu púlpito, mostram-nos como é perene a natureza humana, como é inebriante a vaidade e, sem darem por isso, mostram-nos como é bela a democracia, que não retira humanidade aos seus actores, mas permite que, quando enjoados, os eleitores possam correr com os que acham ser o centro do universo.

Na mouche.
a declaração de princípios do ps mostra ser marxista.
não é só o malhadinhas a malhar nos outros
ontem o xuxa álvaro beleza disse na cnn que o Chega era ‘rasca’
outro também a poia
Já quando era a trupe parlamentar bloquista a patear e a mostrar cartazes não eram rascas mas sim progressistas. Daí que acabassem por serem bengalas do ps (donos da democracia) na geringonça do “grande salto em frente”.
o ‘grande salto’ dos sapatos das MENINAS foi para o ABISMO.
no tempo de sócrates fui pela estrada velha a V F de Xira e à beira da estrada havia adolescentes com a pasta dos livros a ‘oferecer os seus serviços técnicos’
No tempo de sócrates ?
Por cá apareceram séculos mais tarde, e talvez as mães, no tempo de Sá Carneiro.
Quando é qu’isso foi?
Segundoa linguagem jornalista quando é a esquerda são “activistas” quando é a direita são “extremistas”
sempre a mesma treta.
“Os donos do regime estão rodeados de figurantes que imitam os cãezinhos que decoravam as chapeleiras dos automóveis dos anos setenta, que pachorramente acenavam a cabeça na direcção que a inércia lhe indicasse. Estão decantes, velhos de espírito e comportam-se como caciques.” ———- Não era essa uma das acusações ao regime anterior,e depois uma das justificações para o derrubar?
Mas esses, não havia forma de os substituir.
Aos actuais há forma de substitur e aos anteriores (desde há quase 50 anos) também, e no entanto…cá estamos sempre à volta do mesmos argumentos estafados e com o país cada vez pior.
Eles pensam que isso, mas mostram-se muito preocupados. Teremos de aguardar.
Todos nós com um palmo de testa já tínhamos percebido que este conjunto de pessoas do PS e do governo não estão NADA a altura deste pobre país, agora não ficamos amnésicos e dar votos a este conjunto de pseudo-governantes.
Estão à altura de um país sem ambição.
Então estão exatamente à altura deste país, ou num país com ambição um PM que nunca sabe, nunca viu nem ouviu e muito menos sequer sonhou sobre tudo o que cheira mal ou corre mal, seria alguma vez na vida reeleito com maioria absoluta? Nunca!
Temos o que queremos e, pior ainda, merecemos ter, pois já se sabia o que este PS vale (e vale tão pouco meu Deus!) e, mesmo assim fomos todos lampeiros votar neles. Agora habituem-se! Habituem-se a pagar cada vez mais impostos e a receber em troca piores serviços
Habituem-se aos escândalos sistemáticos e às más práticas recorrentes de gestão altamente duvidosa e danosa sem praticamente nunca haver consequências para os protagonistas. Habituem-se a atrasos em nomeações de magistrados para deixar que os crimes dos amigos prescrevam. Habituem-se à mediocridade e a festejar a suposta convergência do país com a Europa quando, na realidade, estamos a ser ultrapassados por vários países. Habituem-se à mentira e propaganda constantes, às listas de espera no SNS sempre em crescendo, aos milhares de alunos sem professores, à continuidade da fuga dos jovens com mais qualificações para o estrangeiro (fazem eles bem em sair desta choldra), ao aumento sistemático da carga fiscal, à perseguição e culpabilização dos privados e empresas pelo Estado falhado que temos afugentando ainda mais o investimento que tanta falta faz, habituem-se pois vocês escolheram isto!
Deviam era começar por eliminar da sala aqueles 12 parvos e o seu supremo líder nazi andré ventura.
Se são arruaceiros e andam a criar a religião de andré ventura, que está à frente de Deus e exige 20000 igrejas onde cada português terá de pagar 1000 euros mensais, para ser membro, ter isenção de impostos e não precisar de cumprir quaisquer penas (como o seu supremo líder anda a fazer, pois usa 600000 euros em honorários e 76000 euros, para a TVI passar o pedido de desculpas, ás 4 da manhã, no meio de 37 minutos de publicidade, no intervalo de um programa que tem 200 visualizações, por mês).
Ainda assim as sondagens dão 13% a 700%, dependendo do jornal ou site onde são publicadas.
Em caso de dúvidas ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico.
Parece que ainda não há medicação eficaz para tais problemas de “saúde”.
Ai isso é que há. A eutanásia que querem ver em vigor. O Alfa e o Intercidades são alternativas muito boas, do tipo genéricos, é só porem-se na frente deles, ali entre Lisboa e Santarém.
Se tiverem “sorte” pois os comboios da CP continuam em greve e há dezenas de suspensões todos os dias.
Creio que, pelo tipo de comentário alucinado, o “anónimo” tem sempre a opção cómoda de, no seu sofá de casa, apenas se limitar a meter mais tabaco para não delirar assim tanto. Não custa nada e até poupará uns trocos!
Subscrevo na integra.
O Portugal no seu melhor: a coscuvilhice pidesca de um jornal proto fascista de nome observador. A PIDE e a INQUISIÇÃO faziam o mesmo, mas muito melhor. Depois lá vêm os tiranetes do costume com a sua moral de trazer por casa. Tenham vergonha!.
Há algum tempo que não recebia tão saboroso elogio. Agradeço-lhe a generosidade.
Tirando a ironia de pacotilha, ainda bem!.
A sério.
Caro Migang,
A coisa vergonhosa, a conversa de café entre as 3 mais elevadas figuras do nosso Estado e mais uns marmanjos de ocasião – que mostra bem em que estado estamos – esteve em partilha pública no canal Parlamento até ser apagada. Assim, o “acto ilegítimo” tornou-se oficial e bem pode o alarve esbracejar em relação à violação da privacidade; um grande intelectual – dizem – mas um alarve malcriado, desde sempre. E que está a projectar o absolutamente dispensável Chega para níveis impróprios para a democracia.
A 2.ª figura do estado (“e” pequeno propositado) não pode falar com público assim de ninguém.
Deixe-se lá então de queixumes e azedumes em relação aos “proto fascistas”, “PIDEs”, “INQUISIÇões” e “tiranetes” que, afinal, só o definem a si.
Não há pachorra!, mesmo sendo moderado.
Cumprimentos.
Moderado? Com fascistas e anzoneiros a andarem a bisbilhotar as conversas alheias? De facto, tem razão, não há pachorra!.
O seu conceito de ser democrata: aplaudir o PS.

Os outros: fascistas.
Caro Paulo Sousa,
Não pretendo entrar em bate-boca com Migang.
Venho aqui há muitos anos após a leitura diária de outras proveniências, para verificar o que por aqui se diz e para formar a minha opinião, concordando ou discordando com as visões dos acontecimentos do país que tanto os autores como os comentadores se prestam a colocar aqui. É salutar verificar que felizmente saem muitas vezes dos obedientes media tradicionais e dos comunicados de imprensa lidos ou transcritos ipsis verbis. O Delito é um blogue moderado com comentários moderados, mas onde os autores se prestam muitas vezes a passar aqueles que têm visão diversa – muitas vezes oposta – da sua.
Muito raramente deixo aqui a minha “posta de pescada”. Hoje é excepção.
O Migang fez-me sair da casca por 3 motivos: alta-de-integridade-ou-de-maturidade-pol itica-afinal-o-que-disse-santos-silva-so bre-a-il-e-como-e-que-foi-parar-a-um-vid eo)
1. O artigo mostra o nível rasteiríssimo dos protagonistas actuais que cuidam do meu país e está bem fundamentado;
(https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/f
2. Os dois comentários do senhor Migang nada acrescentam ao debate, nada se aprende, só pretendem insultar de forma leviana, obviamente sem o conseguir; mesmo assim, o Paulo Sousa faz bem em deixá-los passar;
3. Dois dias depois dos 49 anos de 25 de abril, a tentativa grosseira de insulto recorrendo ad nauseum a termos como “fascista” ou “pide” e outros que tais é inofensiva mas não é inócua: o uso abusivo dos termos tira-lhes o seu peso, o horror efectivo daquilo que representam. Normalmente quem usa abusivamente os termos tem uma visão do mundo que representa também o horror de regimes igualmente repressivos e assassinos.
E isto chateia-me. Chateia-me o estado que temos e o estado em que estamos, chateia-me o não querer discutir, recorrendo ao insulto, chateia-me o desprezo com o que me é caro: precisamente, a liberdade de discutir.
Cumprimentos.
Caro Eduardo,
Agradeço-lhe o comentário. Eu também gosto de debater.
Os fundos europeus, que jorram ininterruptamente há décadas, acabaram por acordar o Portugal que vivia das especiarias da Índia e do ouro do Brasil. Agora já não se constroem óperas cobertas a ouro, como a que foi destruída pelo terramoto, ou conventos de Mafra. Agora distribui-se dinheiro pelo povo. Há muito que ultrapassamos o ponto em que mais de 50% da população recebe transferências directas do estado, sem que esses valores resultem necessariamente de riqueza criada. Tornamo-nos uns agarrados dependentes da UE. Sem reformas não sairemos disto e quem as prometer está condenado eleitoralmente. Caímos numa armadilha criada por uma elite serôdia e paroquial que com o tempo se tornou narcisista e arrogante.
Estes tipos que aqui vem descarregar veneno, não passam de almas acossadas e assombradas pela realidade que temem e negam. Estas atoardas mostram apenas medo de que se acabe esta situação iníqua em que um em cada cinco de nós vive na pobreza e quase outros tantos dependem das transferências do estado para não o serem também. Custa ouvi-los declararem humanismo e solidariedade para logo depois assumirem que votam de olho no seu próprio umbigo, como vimos aqui com os comentários do Carlos Sousa.
Como já disse, eu oiço-os e consigo cheirar-lhe o medo que destilam e que não conseguem disfarçar. Mas lembre-se que a realidade acaba sempre por vencer as partidas.
Cumprimentos
Para seu governo, nunca votei no PS. E jamais votaria. Agora mais do que nunca. Só que, parafraseando o José Régio no seu Canto Negro, ” Não sei para onde vou, mas sei que não vou por aí”.
Para o escriba bom é o chega(as vítimas) o Montenegro(rindo muito) ou o Marques Mendes (rindo ainda mais).
O propósito do escriba é atacar Santos Silva, pura e simplesmente.
O escriba tem uma agenda e não a disfarça…
Se o ridículo matasse, o seu comentário nem sequer teria nascido.
O ataque ao mensageiro serve para sublinhar a mensagem.
Desconfio que o Santos Silva é um cartilheiro benfiquista.
Quem apoiou o Vieira foi Costa.
E então, há diferenças?
Paulo Sousa sabe que a visibilidade do governo Costa com a recepção a Lula da Silva sobe um pouco nas sondagens, e vai daí nada melhor que este casinho.
Os do Chega estavam a dar espectáculo ao abrigo do contrato com a iurd/bolsonero, e fora os cartazes (se a moda pega) o pior foi a barulheira com as pateadas quando o Lula estava a discursar. Foi por essa barulheira que o PAR chamou a atenção da má criação.
O PAR tem de ser isento, mas não poderá admitir bandalheiras provocatórias de quem disse estar a haver a maior manifestação de sempre (??) em frente da AR, e saiu uma manif de arruaceiros e crentes da iurd.
Outra coisa foi o registo da conversa do acontecimento feita pelo PAR, PR, PM e deputados do PSD que todos acharam muita piada. O vice-PAR Adão Silva presente podia ter metido a colher na conversa, mas não e riu-se como todos os presentes.
Tenho os crentes na IURD e no Marx em igual conta.
Não vi o Ministro da Cultura no vídeo. Explique-se lá melhor, para lhe poder responder àquilo que tentou dizer no seu comentário.
Adão Silva (Adão José da Fonseca Silva), deputado do PSD, é o vice-PAR e também estava na galhofa do PAR, PR e cia.
Exactamente. Então, para que nos entendamos, é de bom tom ou não, rir cordialmente de parvoíces?
Rir de parvoíces? Só as parvoíces dão vontade de rir, sejam de bom ou mau tom.
“Tenho os crentes na IURD e no Marx em igual conta”
Esquisito, então para ambos a religião é o ópio do povo.
Mas e se o povo gostar. Gostar da conversa de café. Da confusão entre o individuo e a função etc…ectc…e tal.
E muitos votam a olhar apenas para o seu umbigo. Por um par de tostões, aceitam serenos a arrogância. Isso demora gerações a mudar.
“Isso demora gerações a mudar”
Que grande máxima absoluta e simples.
Passados estes dias e de tudo o que vi e ouvi, a esquerda revolucionária e marxista socialista dona de Portugal ficou muito indignada com uns cartazes da ucrania e com uns cartazes que diziam Chega de corrupção e um cartaz isolado que dizia lugar de ladrão é na prisão. Eles preferiam cartazes a dizer Lugar de ladrão é no governo e Corrupção é sempre com o Ps no governo.
Fará parte dos que votam Chega, não pelo que diz o Mensageiro do Senhor para Portugal, mas apesar do que ele diz. Se quiser observar metodicamente as medidas que ele defende irá encontrar contradições em barda. Entendo que o sucesso do Mensageiro resida na irritação que causa, mas se olharmos com atenção, por impedir uma rotação no curto prazo, uma mudança de caras, o Chega é realmente um seguro de vida PS.
Refiro-me ao curto prazo por achar que o PS deve cumprir o mandato até ao fim.
Veremos se, no longo prazo, esta brincadeira do PS andar sempre a dar palco ao chega de modo a entalar o PSD, não irá ser uma tragédia para os próprios socialistas. Em França também fizeram esta “brincadeira” com o sr Le Pen e foram depois bem entaladinhos. No fundo este PS quer, via propostas marxistas como as da habitação, secar os partidos à sua esquerda e depois com o palco e crescimento do chega dividir a direita e chamar a si o pessoal do centro horrorizado com a ideia de ver o chega no governo. Mas lá diz o ditado, quem tudo quer… E depois quando nos julgamos os reis da estratégia tomando todos os outros por parvos, também há um certo espaço criado para o disparate mais tarde ou mais cedo.
Ah! ganda Jorge, até parece a Matias do Chega.
“E muitos votam a olhar apenas para o seu umbigo.”
Não me diga que há quem vote a olhar para o umbigo dos outros.
Se deixar a clubite partidária de lado há-de chegar à conclusão que a ascensão do partido do Hitler ao poder começou exactamente da mesma maneira, a desrespeitar o parlamento onde estava inserido.
Basta consultar a história, é simples. Será que é isso que nós queremos?
Parabenizo-lhe a honestidade de assumir que aquelas tretas do humanismo, solidariedade, coesão social, etc, serem isso mesmo, tretas. Três vivas ao umbigo do eleitores.
Pela sua resposta já vi que você quando vota pensa muito nos outros. Aliás, até aqui nos comentários dá para ver o respeito que você tem pelas opiniões contrárias.
Está a esquecer-se que eu lhe aprovo os comentários. Quantos dos que aqui cometam aprovariam os meus postais?
Repare-se, e não venham com o ser obra do PS, quando visionamos qualquer site no facebook aparece sem qualquer coisa do perucas André Ventura e são sempre a mesma coisa: André Ventura deixou o ministro sem resposta.
A tática é simples: formula a questão com a permissa ‘não vai responder’ e a seguir não é apresentada a resposta do ministro. Esta última, com ‘a maior manifestação de sempre’ afinal foi pífia. Não senhor, foi a maior manifestação de sempre do Chega.
Uma untuosa , e servil, sopeira – atenta, veneradora e obrigada á voz(es) do(s) amo(s).
Uma criatura do escroque sócrates , tal como o galamba , o costa e “tutti quanti” , bandalhos hpócritas , vigaristas e incompetentes.
Mas, aparentemente, directamente proporcionais à maioria do “povo” de que fazem parte…
JSP
A palavra que ocorre é sinistro. Até fisicamente é parecido co o Mr. Burns, o simpático patrão do Homer Simpson.
O ex-trotskista A.S.S. (o recurso às iniciais é muito propositado), infelizmente, é mais uma das actuais vedetas trazidas para o palco político por Guterres. Num país que se desse ao respeito, a sua carreira política teria acabado com a derrota de Sócrates, de quem foi um dos mais voluntariosos mastins. Em vez disso, aí o temos, com o restante socratismo, reciclado em costismo. A.S.S., agora a segunda figura do nosso regime, usa a cadeira de presidente da Assembleia de República para lançar já a sua campanha para as próximas presidenciais. A sua estratégia para a presença de Lula no parlamento, que ele sabia perfeitamente ir criar rejeições muito fortes, não é distinta da do bombeiro-incendiário que ateia fogos para depois ser visto a combatê-los: ele infla a importância de alguns moinhos de vento para se insinuar como uma espécie de guardião da democracia. Acontece que, no estado a que o regime chegou, trazido até aqui por A.S.S. e vários da sua tribo, ele é mais o porteiro de uma casa de alterne rasca.
É gente que entre ter um país radicalizado ou manter o poder, não têm a menor dúvida e por isso transportam o Chega às costas. Vamos ver onde é que essa táctica nos irá levar. Noutras paragens não correu nada bem.
As 3 mais altas figuras do Estado em troca de palavras numa sala da AR em dia de 25 A , alegando um deles, o Presidente da AR, tratar-se de uma conversa intima e privada.
Nem que fora numa cave de petiscos bem regados não deixariam de integrar todas as condições dos cargos que ocupam ao mais alto nível, lembram-se?
Para cumulo do ridículo o Presidente Marcelo deu-se a abrilhantar com piadas rascas cada rodada de copos como se estivessem ao balcão de uma desgastada taberna. taberna de esquina.
Não gosto de ouvir falar mal de uma digna tasca de esquina. As palavras magoam, hein
” Há os estados socialistas, os ditos estados comunistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos ” …disse Salgueiro Maia. Depois disso rumou a Lisboa e deu a volta à coisa.
É caso para dizer Volta Salgueiro Maia, chegámos a um Estado deplorável outra vez.
Felizmente temos agora forma de mudar quem manda. Basta esperar até o final do mandato e votar pela mudança.
Mas cuidado com o Cavaco que pode levar a mal ao pensar estarem a embirrar com ele.
Muito bom. O Augusto Santos Silva consegue ser pior que o Ferro Rodrigues no cargo, e a concorrência é feroz. Exibe um comportamento a todos os níveis inadmissível. É sonso, fanfarrão e vaidoso. Não sei como passa naquela cabeça a possibilidade de ser eleito PR. Não vai acontecer.
🤞
Sim parece empenhado em ultrapassar em mau que foi o Ferro Rodrigues. Não é fácil, mas ele está a dar o seu pior.
Aliás acho que no PS existe hoje um objetivo acerca dos líderes e que é eleger 1 líder sempre pior do que o anterior. Já reparou que, para além do PAR, nos governos passou de Guterres para Sócrates e depois de Sócrates para Costa (não sei se Costa com a liberdade que Sócrates tinha naquela altura, isto é, sem o controlo mais apertado que existe hoje por parte da UE não seria ainda pior que Sócrates) e, agora fala-se em Medina (meu Deus!) ou Nuno Santos (Jesus!), 2 sujeitos horríveis – pior só para aí o Galamba ou o Cabrita. Portanto, tem sido sempre a descer e os resultados estão à vista, um país endividado até aos olhos, estagnado há quase 30 anos, a empobrecer relativamente a vários parceiros europeus, ordenados médios cada vez mais colados ao mínimo, serviços públicos à beira do colapso total, etc, etc
Obrigado Luís, ‘té qu’enfim alguém se lembrou do Cabrita.
Tenhamos calma: o povo não anda todo a dormir e ainda há em Portugal muita gente séria. Quando chegar a hora, seguramente, aparecerão candidatos credíveis, tipo António Barreto ou o Comandante das vacinas. Estes tipos vão ficar na história pelos piores motivos: o Costa não deixa obra que se veja, o Marcelo não foge à vergonha de ter ocupado a cadeira no período em que Portugal deixou de convergir com os países mais avançados da Europa e, todos eles, puseram de pé e engordaram o Chega, que em ponto pequeno fazia falta, para também podermos dizer que há extrema esquerda em Portugal, que nos esteve a governar por interposta gerigonça. Deus é grande!
Os bloggers é que sabem tudo e são muito corretos. Há os donos do regime e os donos da escrita e da opinião correta sobre tudo. Há também os que se disfarçam de estarem preocupados com os outros.
E há também a realidade, que quando não é agradável em vez de se debaterem os factos, vai-se às canelas de quem não aplaude. Nem para defender quem, puxando os cordelinhos o faz mexer, é capaz de dar a cara.
25 de novembro sempre! Santos Silva nunca mais!

O PAR é um canalha, capcioso e fasciszóide. Sabemos isso desde o primeiro minuto. Toda a esquerda é fascista, vem do tempo dos fascismos e não sabe conviver com quem não pensa como ela e não aceita os seus pseudo-códigos de conduta. São pseudo-códigos porque, como todos sabemos, quando aqueles não servem arranjam outros e toda a sua acção destina-se a distribuir lugares e regalias entre si e é para isso que os códigos da esquerda servem. Para além disso, não tem códigos nem cavalheirismo nenhum. É um bando de canalhas, tal como o representante narcísico e insolente (mas careca) que lá puseram para a representar. Mas no fundo querem falar com sotaque: querem ser macacos e tribais.
Está redondamente enganado. Existe muita gente decente na esquerda.
O V. tem os olhos em B.
Em 2003, os deputados Luis Fazenda, João Teixeira Lopes e Ana Amaral Dias da extrema-esquerda sentaram-se na sua bancada com camisolas pretas e escrito NÃO SOMOS NÓS contra a entrada tácita de Portugal na guerra do Iraque. Entraram calados e calados saíram expulsos por Mota Amaral Presidente da A.R.
Parece que a desculpa foi por estarem vestidos sem gravata os homens e a mulher de mini saia.
Admitamos que o Parlamento se rege pela maioria dos seus deputados.
Se essa maioria entendeu que o Chega não poderia ver um seu qualquer representante na vice-presidência da mesa dessa assembleia, se o excluem, por indigno, de um dos seus mais correntes procedimentos, vêm agora requerer-lhe que seja muito conforme a uma qualquer invocada dignidade?
Juntem-lhe a cena do grosseiro engravatado a dar-se ares de indignado…
Avante Paulo, junto a minha à sua voz. Grande postal!
Avante, alto lá!
Obrigado Dulce