Patrãozinho? As contradições entre o discurso colonial, pleno de valores humanísticos, e as atrocidades em seu nome cometidas deixaram marcas profundas na sociedade portuguesa.
Muitos, talvez de forma inconsciente, ainda alimentam o imaginário de um Portugal que se julgava escolhido pelo Destino para tirar outros das trevas do atrazo cultural e civilizacional. E o reflexo discursivo é o uso do “inho” em vez de negro.
clarinho.
Pois.
Os escurinhos não querem saber disso.
Argumento muito utilizado em certas correntes de pensamento para justificar a exclusão.
Queria eu dizer que os escurinhos não querem saber se será Armeninho ou Armeniozinho.
Meninho…branquinho!
Meninho é muito bom, Helena.
Patrãozinho? As contradições entre o discurso colonial, pleno de valores humanísticos, e as atrocidades em seu nome cometidas deixaram marcas profundas na sociedade portuguesa.
Muitos, talvez de forma inconsciente, ainda alimentam o imaginário de um Portugal que se julgava escolhido pelo Destino para tirar outros das trevas do atrazo cultural e civilizacional. E o reflexo discursivo é o uso do “inho” em vez de negro.
“Sou analfabeto.
A comida das livrarias
É indigerível para mim eu sei.
E sobre isso infelizmente só há duas opiniões
A tua opinião quando me bates.
A minha opinião quando apanho”
José Craveirinha
Muito bem, Helena.
Nem tinha atentado no comentário, chego cá via Pedro Correia. Excelente, HFG, excelente …
Rocha ou Pedra?
Cabeça dura é de certeza.
Qualquer das duas serve. Mas nenhuma delas se aproxima da poder descritivo de Ratazana.
Tem toda a razão.
Mas sou jojoratazana apenas por viver, no meio de tantos ratos e pedras.
Essa explicação, aqui repetida, não colhe: a ser verdade os ratos já teriam morrido com o veneno que destilas permanentemente…
Alvinho não estaria mal. Para se diferenciar do escurinho.