Aqui há uns tempos não ficava bem juntar o Tó com o Zé, parecia mal e chegou mesmo a ser proibido. Agora podem andar juntos ou separados. O Tó sózinho olhando o Zé ao longe, ou o Tó e o Zé juntinhos com ou sem papel passado. Podem até mudar de posição: umas vezes Tozé outras vezes Zétó, embora esta última não seja prática muito desejável, vá-se lá saber porquê. Isto claro se não forem ministros em Portugal, altura que passarão a ser o Dr. António e o Engº José.
Tó Zé
Com o Tó à esquerda e o Zé à direita.
Aqui há uns tempos não ficava bem juntar o Tó com o Zé, parecia mal e chegou mesmo a ser proibido. Agora podem andar juntos ou separados. O Tó sózinho olhando o Zé ao longe, ou o Tó e o Zé juntinhos com ou sem papel passado. Podem até mudar de posição: umas vezes Tozé outras vezes Zétó, embora esta última não seja prática muito desejável, vá-se lá saber porquê. Isto claro se não forem ministros em Portugal, altura que passarão a ser o Dr. António e o Engº José.
Isto já não é um comentário. É um tratado sociológico.
E é Choninhas ou Coninhas?
É, as conversas são como as cerejas.
Escreve-se como se diz: totó.
Ah bom!
Ana, não havia necessidade…. snif
🙂
Tó-Zé?
Aha. Aqui temos uma blasfémia contra um dos princípios fundamentais do AO.
O AO tem princípios? Ainda por cima fundamentais? O hífen é fundamental?
Princípio teve. Falta ter um fim
.
Mas é mesmo preciso escrever?