Talvez. Mas acredite que na China do final da década de 20 o “chavão” reflectia a realidade. Quanto às dicotomias, não podemos passar sem elas. Luz/sombra, dia/noite, claro/escuro, frio/calor, bonito/feio, norte/sul, bom/mau, certo/errado, juventude/velhice, vida/morte.
Experimentei tirar a palavra “se”, e fiquei com um entendimento totalmente diferente. Sem o se, leva-me a concluir que um homem, somente ele, só o será quando conhecer na totalidade a sua mulher. Com o se, fico a entender que esse conhecimento será abrangente a mais pessoas, mais público. Enfim, entendimentos pessoais. Que quererá o autor dizer?
Isto é um grande chavão, ou quoi?
Vive da dicotomia mas não significa nada de concreto para além de uma sucessão de clichés: homem/mulher eu/outro etc/etc 😉
Talvez. Mas acredite que na China do final da década de 20 o “chavão” reflectia a realidade.
Quanto às dicotomias, não podemos passar sem elas. Luz/sombra, dia/noite, claro/escuro, frio/calor, bonito/feio, norte/sul, bom/mau, certo/errado, juventude/velhice, vida/morte.
Sim, é mais o “conhecer-se” que me parece um chavão (da psicologia). Não é fácil escrever sem cair neles.
Mais isso, sim.
Experimentei tirar a palavra “se”, e fiquei com um entendimento totalmente diferente. Sem o se, leva-me a concluir que um homem, somente ele, só o será quando conhecer na totalidade a sua mulher.
Com o se, fico a entender que esse conhecimento será abrangente a mais pessoas, mais público.
Enfim, entendimentos pessoais. Que quererá o autor dizer?
É uma possibilidade de leitura, sim. No entanto julgo que não terá sido essa a intenção da autora, falecida em 1973.