O ADEUS ÀS ARMAS (1929)
Autor: Ernest Hemingway
Realizador: Charles Vidor (1957)
O melhor romance de Hemingway originou este pastelão com Rock Hudson e Jennifer Jones, que viria a ser a última longa-metragem produzida por David O. Selznick. O escritor não gostou desta adaptação. Não custa perceber porquê.

![1036696437[1].jpg 1036696437[1].jpg](http://0.fotos.web.sapo.io/i/B8e139f2d/19248186_Mwd28.jpeg)
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Custa-me a assumir que este é o melhor romance de Hemingway, gostei muito, mas o que me tocou mais foi Por quem os sinos dobram e O velho e o mar é a obra que literariamente me foi mais impressionante… mas adoro o romance do post, o filme, como acontece com maior frequência, não vi.
Para mim é o melhor romance dele, Carlos. ‘O Velho e o Mar’ não chega a ser romance: será uma novela ou um conto longo. andes-romances-17-6616568
Já escrevi aqui sobre ‘O Adeus às Armas’:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/gr
Não o tinha ainda lido, ao tempo desse seu texto (assim o digo – escrevo – na altura). Essa lacuna, uma Lacuna, de facto, está ultrapassada. Falta-me For Whom the Bell Tolls. Do essencial do autor (se posso ter a ousadia).
Espera a sua vez.
Costa
Ainda bem que gostou. Sim, estes livros são quase o essencial do autor. Falta juntar-lhe pelo menos uma dúzia de excelentes contos e esse fabuloso livro de memórias que em português (muito bem) se intitulou ‘Paris é uma Festa’.
Este também é o meu Hemingway favorito. O livro , claro, pois que o filme deixa muito a desejar. Não faltou um bocadinho assim, foi abismal.
Não conheço a versão de 1932, com Gary Cooper no papel de Frederic Henry. Mas esta longa-metragem dos anos 50 é mesmo uma xaropada.