(Paulete Matos/Divulgação)
4. O BE entra em 2016 a viver os seus cinco minutos de fama. Podem vir a tornar-se em quinze ou vinte se a sua liderança for capaz de se manter unida e consistente no apoio ao PS, sem alinhar num jogo do tipo daquele que entremeia as falinhas do avô Jerónimo com o estilo da camarada Ana Avoila “quando não lhe dão as batatas e o carcanhol à hora combinada”. A liderança do BE colou-se a uma imagem e a um discurso de mudança e modernidade, nem sempre correspondida, num enquadramento de amizade colorida em que dá a imagem de estar dentro estando fora, levando o açúcar e os bolinhos para o café mas sem se comprometer demasiado para no primeiro momento poder mandar o PS desamparar a loja porque o Verão está a chegar e é hora de se fazerem à vida. O arranjo serve enquanto der frutos. Na pior das hipóteses, se começar a correr mal, vai-se comer um peixinho ao Meco enquanto eles discutem. Para a maioria dos portugueses, incluindo dos seus eleitores, a incógnita permanece. Saber até que ponto o BE se tornou numa força com a qual se pode contar para uma solução de governo, capaz de se responsabilizar e de ser responsabilizado, continua a ser uma incógnita. Os temas fracturantes não são infinitos, as bandeiras expostas ao vento, ao sol e à chuva perdem cor, desfiam-se. A resistência da sua liderança à conjuntura e aos apelos mais radicais constituirá a sua prova de fogo e será interessante seguir os movimentos na sua base e as iniciativas parlamentares que irão tomar ao longo da presente sessão legislativa. A começar já pela próxima discussão do Orçamento de Estado. Aqui ir-se-á jogar a primeira carta do futuro deste Governo e do BE.


Veremos!
Meu caro, hoje mais que nunca têm de haver comentários construtivos e este não é. Se não acreditarmos no governo que tem como lema, aliviar, aqueles que foram até hoje, penalizamos e nos que o apoiam, não vale a pena continuarmos nesta UE que não constrói nada e nada faz pelos cidadãos, mas tudo faz a favor de grupos e agências de rating. Que nos interessa eleições se quando votamos Bruxelas não os deixa governar? Que nos interessa continuar nesta UE se vamos estar oprimidos e sem podermos decidir nada e cheios de austeridade? Se o nosso futuro na UE que nunca controlou, o dinheiro que mandava, nem nunca viu nem questionou se um dia poderíamos pagar, aquilo que vinha e que muitas vezes era imposto pela UE, é austeridade, então que tenhamos austeridade, mas soberanos.
“hoje mais que nunca têm de haver comentários” Retire o acento circunflexo.
Meu Caro preocupe-se com o conteúdo e deixe-se de pormenores de ortografia que para aqui pouco importam.
Olhe que não é de ortografia, é pior. E desculpe, eu pensava que a asneira importa. Acha mesmo que não? O que nos venha à cabeça serve?
Os temas fracturantes não são infinitos
Infinitos não são, mas ainda os há, e bastante morosos de tratar. Nomeadamente, as variadas formas de eutanásia e/ou suicício assistido e as variadas formas de legalização das variadas drogas.
Não me diga que já tentou cortar os pulsos…
“Os temas fracturantes não são infinitos”
Vê-se que não percebeu ainda o que é o Marxismo.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3 429050/University-Connecticut-creates-bl ack-living-space-equal-rights-activists-b rand-segregation-troubling.html
http://www.independent.co.uk/news/world/a mericas/university-yoga-class-suspended-o ver-cultural-appropriation-dispute-a6744 426.html
De passagem, para dizer que acho esta foto excecional.
E é: quatro borrachinhos a mandarem em Portugal. Por estas e outras eu (homem) sou a favor de muitas mulheres na política. Sempre me senti e sinto bem com elas.
… E, pronto, já agora acho o post também ótimo!
Por falar em temas fracturantes: quantas heterosexuais se podem identifcar na foto?
Pim, pam, pum!!!
Eu penso que quer dizer heterossexuais. É?
Quando penso em fracturantes, imagino reaccionários e conservadores a serem sovados por um bando de quebra-ossos – até engolirem os ditos temas, pelas goelas abaixo.