O CÓDIGO DA VINCI (2003)
Autor: Dan Brown
Realizador: Ron Howard (2006)
Por vezes nem o livro nem o filme se recomendam. Mesmo com muitos milhares de cópias vendidas ou um astro como Tom Hanks a encabeçar o elenco. Apesar de tudo, prefiro a película. Por me permitir, a espaços, matar saudades de Paris.

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Curiosamente vi os dois, não desgostei do livro como forma de entretimento fácil e especulativo sem preocupações literárias, qual novela para empregadas domésticas, aborda especulações que só são novos para incultos da história, da religião e das teorias que a cercam, apesar desta ter moldado o ocidente, curiosamente parece que muitos que são capazes de num dia brincar com Madalena e Jesus e ao lerem o livro serem surpreendidos como se ignorassem tudo o que insinuaram.
“Literatura de aeroporto”, Carlos. O problema é quando se leva demasiado a sério, como chegou a acontecer.
Li o livro quando saiu. Acontece que apesar de bastante romanceado, o concito Jesus /Maria Madalena não se me afigurava de todo inverossímil. Acredito em Deus. A divindade de Jesus, não sei… Que foi um revolucionário de mentalidades, usos e costumes, acredito. Deve ter sido um comunicador fantástico, que cometeu o erro de oferecer simbólicamente o corpo e o sangue em comunhão de pensamentos e ideais. Práticas diferentes? Canibalescas? Normalmente tememos a diferença. E queremos destruir o que tememos porque não temos abertura para entender…
No Louvre foi basicamente a fachada e as entradas… mas que é lindo à noite… O Langston nunca foi o Tom Hanks e não achei a adaptação por aí além. A salientar uma passagem, os cinco minutos do fim.
Li o livro logo na altura, esqueci-o rapidamente. O filme, apesar do Tom Hanks e da Audrey Tatou, é igualmente pouco memorável. Tresandou-me muito a charlatanice envolta em roupagem pseudo-intelectual.
Li o livro, vi o filme no cinema e revi em dvd.
E acho que cumpriram ambos a sua missão: puro entretenimento.
Crime, mistério, fanatismo religioso, especulação, viagens com muita acção e, sobretudo, Leonardo e Paris.
Para quem nunca tinha ligado muito a este tema, tive a curiosidade de ler o ‘The Holy Blood and The Holy Grail’, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, livro de 1982 que inspirou o Dan Brown.
Nunca mais li nenhum livro deste escritor, mas vi um ou dois filmes na tv.
🙂 Antonieta
Ainda vi o ‘Anjos e Demónios’, de que não gostei nada. Mas neste caso já não li o livro.