TRISTANA (1892)
Autor: Benito Pérez Galdós
Realizador: Luis Buñuel (1970)
De um bom livro nasceu um filme ainda melhor: Buñuel converteu o romance de Galdós num delicioso clássico do fetichismo. Um olhar nada ingénuo para uma Catherine Deneuve em estado de graça.

![capas_pe12386[1].jpg capas_pe12386[1].jpg](http://2.fotos.web.sapo.io/i/B42095b0d/19118786_3Gi1F.jpeg)
![tristana[1].jpg tristana[1].jpg](http://8.fotos.web.sapo.io/i/B0a04dfb8/19118780_5ZGL8.jpeg)
O livro não li, de certeza.
Vi alguns filmes do Buñuel na televisão, talvez tenha visto este, sinceramente não me recordo, que é o mesmo que não ter visto.
🙂 Antonieta
Galdós é um dos maiores prosadores espanhóis de todos os tempos. Buñuel pegou no clássico e – com mestria clássica também – subverteu-o. Levando a parisiense Deneuve como anjo intemporal capaz de transportar a flor do pecado à ancestral cidade de Toledo, berço do catolicismo castelhano.
Toledo é para mim uma cidade de uma beleza incrível, passei lá uns dias inesquecíveis.
Confesso a minha ignorância, desconheço completamente este escritor.
E não vi o filme (estive a ver o trailer), pois se o tivesse visto lembrar-me-ia de certeza.
🙂 Antonieta
Buñuel é um cineasta enorme. Galardoado com a Palma de Ouro em Cannes (1961) e o Óscar para Melhor Filme Estrangeiro (1972). Infelizmente é um cineasta que anda muito esquecido.