Aqueles turistas que se apressam a visitar Cuba antes que aquilo mude talvez possam ir reservando viagens a Portugal para virem cá ver como isto fica depois de mudar.
À atenção do Turismo de Portugal
Rui Rocha,
Aqueles turistas que se apressam a visitar Cuba antes que aquilo mude talvez possam ir reservando viagens a Portugal para virem cá ver como isto fica depois de mudar.
Cuba vai deixar de ser câmara comunista?
Isso seria demasiada mudança!
Vamos ter muitos Mercedes, BMW, Porsche etc impecavelmente mantidos durante muitos anos, para ajudar à fotogenia?
Então e os Audi?
Audi…torias do TC:
http://expresso.sapo.pt/economia/2015-07-2 7-Fatura-da-Sorte.-Governo-desviou-dinhe iro-do-IVA-para-pagar-os-Audi-diz-o-Trib unal-de-Contas
… e como estávamos em contenção para o défice:
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2015-1 0-29-Estado-gastou-mais-de-360-milhoes-d e-euros-na-frota-automovel
Frota de 360 milhões de euros?
– Parece uma aquisição da Armada, para as guerrinhas de gabinetes.
O estupido nisto, é que a aquisição dos submarinos, que tanto incomodou tanta gente, era mesmo necessária… já estas despesas devem ser largamente compensadas pelas viagens do Passos em classe económica na TAP.
Sempre em cima do acontecimento e a dar destaque ao que é relevante.
Houvesse mais assim caro Da Maia.
Hmmmm….
http://observador.pt/2015/11/09/schauble-e sta-confiante-de-que-portugal-ira-manter-r umo-de-sucesso/
Deve ser a secreta convergência entre a CDU alemã e a CDU portuguesa!
What´s in a name…
E a dignidade do Estrado? Querias que os ministros andassem de quê? De lambreta?
Também podia ser de clio….
Se o P.S. se tivesse aliado á P.A.F.,estava tudo na paz dos Deuses!!!! Então e o os outros é que são Ditadores?????!!!! Menos!!!! O Povo votou aguentem!!! Eu também aguentei 4 anos!!!!
Está visto que não lhe ensinaram que o uso repetido de sinais de exclamação e interrogação significa uma de duas coisas: insulto à outra parte ou má-educação pura e simples. Ou isso, ou raiva.
É curioso como a generalidade dos que se arrogam de vencedores das eleições, mesmo que as tenham perdido e mesmo que tenham, para garantir uma maioria contranatura , que aceitar uns e outros “acordos” de fragilidade e reserva mental (ou nem sequer com tal reserva) impressionantes, em vez de manifestar alegria e tranquilidade por tal vitória, e até de procurar assegurar a bondade do que pretenderam concretizar uma vez no poder, verdadeiramente berram palavras de vingança e destruição do que está, independentemente do que aí – e por eles – venha.
“O Povo votou aguentem!!!”. Quem não votou como eles é então o quê? Uma elite imerecida, intolerável, repugnantemente rica e despudoradamente capitalista? Não sabia que havia assim tantos em Portugal… Quem votando como eles não votou numa aliança aberrante (uma aliança que precisa de tortuosas vias para conseguir o que com a limpidez do voto, obtido na clareza e honestidade das intenções previamente manifestadas, não conseguiu) e que renega os incompatíveis valores programaticamente afirmados – goste-se ou não deles – por todos e cada um dos agora aliados é o quê? Uma massa de ultra-neo-liberais-fascistas – conceitos absolutamente contraditórios mas amalgamados na arrogante ignorância com que são gritados por estes dias -, de traidores, a encerrar no Campo Pequeno, dando-lhes o apropriado destino revolucionário? Ódio, apenas ódio, eis o que os “vencedores de secretaria” demonstram.
Ódio e ingenuidade (para não lhe chamar estupidez). Dentro de uns meses, a menos que Portugal por milagre floresça exuberantemente: todos com muito mais dinheiro, muito menos impostos, o país a funcionar irrepreensivelmente e os credores internacionais a pedir-nos humildemente que não paguemos o que lhes devemos e façamos o favor de lhes aceitar mais e mais empréstimos, sem qualquer compromisso quanto ao seu pagamento, a menos que assim seja, cá estaremos para conversar.
Como, a menos que se queira uma autarcia orgulhosamente só e absolutamente miserável, haja outro caminho a percorrer que não aquele – sem dúvida desgraçado – que com variações menores em função de uma ou outra cor política, temos vindo a aguentar desde há quatro anos (desde antes disso, na verdade, conviria não ignorar).
Gente iludida e que ouve o que quer ouvir. Que gosta de ser enganada. Povo sem memória…
Costa
És tu, Ulrich?
É pena…
Já me inscrevi no cruzeiro à Coreia do Norte… ( pago pelo novo comité central do partido do magnânimo Kosta Kin)… no que diz ser uma visita de reeducação.
Muitas nos esperam!
Eu vou num cruzeiro a Samora Coreia.
Das duas uma: ou ilegaliza os partidos de esquerda, ou considera normal que eles formem governo.
Já tentou provar a sua ilegitimidade porque não tinham maioria. Mas acontece que eles têm maioria.
Já tentou provar que as alianças PSD+CDS+PS feitas após as eleições são legítimas, mas se envolverem outros partidos são ilegítimas.
Agora diz que vem aí o caos e uma ditadura castrista (deve ser adepto de um embargo da Frau Merkl à economia portuguesa – para eles aprenderem).
A seguir vai prever dilúvios e pragas de gafanhotos no mínimo.
Essa do… “para eles aprenderem”… é para rir hoje ou para chorar, quando vier a Troika, para satisfazer uma 4ª pedinchice?
Já agora, isto bem resumido e na base duma experiência repetida Três vezes, os Partidos podem fazer as coligações que quiserem mas, há uma Grande diferença, entre os que querem equilibrar as contas e os que querem gastar por conta do Futuro porque, cada vez que pedimos adiantado, é sinal que estamos a gastar um dinheiro que não temos no Presente. (Depois, aparecem “sumidades” em economia e finança que, ainda têm a “lata” de se queixarem dos juros)
Quem ainda não aprendeu nada, nem à 3ª vez… só pode ser, por interesses estritamente pessoais que nada têm a ver com, o Bem do País ou, então… ter mesmo, um grave problema de desenvolvimento de conhecimento, sobre a relação ação/resultado.
Grande parte das medidas do anterior governo não induziram poupanças. Destinaram-se a transferir rendimentos do trabalho para o capital.
Nunca estranhou que sendo a maioria das receitas do Estado oriundas de impostos sobre o consumo e o trabalho o governo tentou diminuir o consumo e baixar os ordenados do setor privado ? Havendo menos consumo e ordenados menores as receitas diminuiriam, logo na altura em que se dizia que eram insuficientes.
Alegou-se que se baixava os salários e se fomentavam os despedimentos para aumentar o investimento, quando ao fim de quatro anos o investimento é anémico o atual governo não conseguiu apresentar uma justificação para esse falhanço. só conseguiu dizer que foi um grande sucesso.
Essa persistência que aumentando o consumo, melhora a economia é aterradora, isso seria verdade se, esse aumento, fosse na compra de produtos nacionais. O drama está aí, por exemplo este ano, em que houve um pequeno aumento do poder de compra, fomos dos países que mais ajudou a economia alemã com a compra de automóveis.
O aumento no consumo, funcionava quando havia fronteiras e, as importações eram controladas pelo Estado. Ainda me lembro, antes do 25 de Abril, poder beber coca-cola na Espanha e por cá, só haver refrigerantes de marcas nacionais.
Portanto, quem apostar no aumento do consumo, para melhorar a economia, o resultado tem sido sempre o mesmo e, foi assim que chegámos até aqui.
Isto é quase uma psicose, uma perda de contato com a realidade e repetir os mesmos erros, mesmo, insistindo em algo que, facilmente pode ser comprovado com números e, o pior de tudo, é que os políticos nem sequer podem explicar à população que devem comprar produtos nacionais, porque na UE isso, é expressamente proibido, com o respetivo pagamento de multas. Nem sequer se pode taxar com mais iva produtos importados, na UE, outra coisa que seria considerada concorrência desleal, com mais multas.
Costa sabe isto e, só isso, prova que está a mentir, com uma meia verdade, ao dizer que a solução para a melhoria económica está no aumento do consumo.
Como não se pode impedir as pessoas de comprarem produtos importados, outra alternativa é diminuir o poder de compra… que acaba por abranger tudo e todos.
A razão da insistência do governo, se focar mais nas exportações. E, claro que tem de ser cuidadosamente porque, se só ajudassem as empresas exportadoras, seria nova infração, pelas regras da UE.
Bem, em Cuba conseguem impedir as pessoas de consumir produtos importados com taxas de sucesso bastante razoáveis.
Diminuir o consumo não melhora as contas do Estado, na verdade piora-as. Passam os dias a dizer que a culpa é do Estado que é gastador e ao mesmo tempo cortam-lhe as fintes de rendimento.
Se há demasiado endividamento privado isso não é provocado pelo Estado. a menos que pense que se deve controlar uma banca que anda em roda livre a emprestar a quem não pode pagar, porque se falir vai buscar o dinheiro aos contribuintes. Mas, como os “mercados” são umas vacas sagradas, o controlo da banca só é feito à posteriori, deitando-lhe para cima o dinheiro dos contribuintes.
Se não está provado que o aumento do consumo por si só resolva alguma coisa, está mais que provado que o corte do consumo privado não produz nada de bom. Vejam-se os últimos anos.
Provavelmente já nem vai ler este comentário mas, será mais uma tentativa de eu tentar simplificar o meu comentário anterior.
Todos sabemos que o Estado, diminuindo o consumo, fica com menos dinheiro e isso tudo mas, temos um problema de Défice e, baixando os rendimentos, passa a diminuir as importações, tentando, ao mesmo tempo fazer subir as exportações que, pelas razões que expliquei, já não temos outro tipo de ferramenta para combate ao défice e, temos, mesmo, de o baixar, por imposição externa, ou a “fonte” do dinheiro seca. Neste caso, acaba o dinheiro e em vez de pouco ficamos a zero ou quase.
Sabe mesmo como se vive num país onde seja declarada a bancarrota? Supermercados quase vazios, nada de empregos… o melhor é saber primeiro antes de colaborar para isso.
Fui contra a entrada na Moeda única, escolhia entrar na UE sem mudar de moeda mas, como já, nessa altura, os políticos já tinham entrado no disparate e no despesismo, o nosso dinheiro valia menos do que o papel onde estava impresso, ora valendo menos, gastava-se cada vez mais para comprar lá fora, no entanto, ainda podiam atrasar as importações. Agora, sou contra sair, ao contrário do PCP que ficaria muito contente com isso. O problema era entrar na miséria, hiperinflação, viver quase da mesma maneira como se fosse bancarrota.
Basta imaginar uma família que tem um determinado rendimento (pouco), se vivesse num País em que o Estado pudesse controlar as importações ou taxasse essas importações como antigamente se fazia, os produtos importados ficavam mais caros e, a família optava pelos produtos nacionais, mais baratos e, mesmo assim, com pouco dinheiro, fazia a economia crescer, no seu próprio país.
Quando a concorrência passa a ser externa, a mesma família até pode acabar por comprar produtos de outro país, por serem mais baratos ou do mesmo preço (pode ter a mania que os estrangeiros são melhores ou tenha levado com uma dose maciça de publicidade de uma Corporação estrangeira, por ter mais dinheiro para gastar a manipular cabeças) Aqui, como fica tudo nas mãos do consumidor e, apesar do consumo ser quase igual, o que gasta não ajuda a nossa economia, continuamos com défice e a pedir dinheiro emprestado.
Tem mesmo que se cortar rendimento ou congela-lo ou então, seria como essa família pudesse ir pedir ao Banco para continuar a gastar, nem que fosse o mesmo e, ir enriquecendo a economia de outros países e ela ficar cada vez mais endividada. Francamente não vejo como não se pode perceber isto.
Todos os Governos sabem que medidas de austeridade dão perda de votos, aliás, os Partidos têm a tendência de esbanjar demais (foi isso que aconteceu, era só dar) porque, na prática, as populações gostam mais, de ser tratadas como crianças, quem der muitos chupas e não lhes falar muito dos problemas dos adultos, como de contas, défices, empréstimos, é a melhor maneira de lhes caçar votos, se há coisa que define uma criança é não pensar no futuro, aliás, até há Partidos que falam como se fosse para atrasados mentais, repetem muitas e, muitas vezes, a mesma frase, exatamente da mesma maneira para entrar no cérebro e a pessoa, até ficar a pensar que sempre foi essa a sua ideia.
Por exemplo na educação dos filhos (nas famílias normais que tentam educar), há travões, coisas que os garotos preferiam ser à balda, aumento da mesada todas as semanas, extras… não me vai dizer que os pais gostam de ser odiados… e que eles prefiram os pais do amigo que o deixam fazer tudo o que ele quiser e lhe baste pedir, para ter.
Se calhar, até foi um mau exemplo, isto agora, até há filhos que mandam nos pais e batem nos avós, portanto, fica cada um na sua e, pagamos todos, as consequências das irracionalidades.
O que eu sei, é que não posso culpar quem, pelo menos tentou, porque a austeridade de 4 anos, foi verdadeiramente, por culpa de quem lá esteve mais tempo e, agora, sacode a água do capote e prepara-se para continuar a mesma festa, distribuir uns chupas e, como de costume, ir tratar de “outros” interesses mais importantes.
Como os políticos não vêm de Marte, são produtos da sociedade que os criou, acabamos sempre por ter o que merecemos.
E eu até devia estar calada porque, no mínimo, ainda vou ganhar um chupa. O problema é o assalto à socapa, no meio ou no fim da “Festa”.
Não quero incomodar com evidências. Mas viu o que aconteceu em Albufeira? Tenho o ministro Calvão por testemunha.
Este comentário se não o tivesse lido e visto, aqui, escarrapachado diria que era anedota e não era real. Nem para comentário humorista serve porque é mau demais, para o ser.
Veja lá se não está a sonhar…
Quanto à compra dos bilhetes… quem quiser, mesmo, acertar na “mouche”, deverá reservá-los para daqui a uns 10 anitos mas, pelo seguro, pode reservar um fim de semana, para daqui a 4 anos.
Previsão baseada, na média dos anos entre cada pedinchice e, numa notícia de hoje que já deixei num outro comentário e que posso repetir, fazendo copy paste (para não ficar cansada, como o anónimo num comentário anterior, só que, o meu cansaço, não irá prejudicar um país inteiro):
-Entre um passado que já foi presente e, um presente que vai ser futuro, uma notinha, sobre os primeiros efeitos que vão ter influência no futuro… uma daquelas notícias que, passa despercebida e parece ser… insignificante mas que vai condicionar um futuro, não muito longínquo:
“Juros da dívida de Portugal em máximos de Julho.
‘Yields’ em mercado secundário agravam em todos os prazos, um dia depois de garantido o apoio do PCP a um governo PS. Superam os 2,7% no prazo a dez anos.”
Diário Económico – 09/11/2015
…aí vamos nós, novamente… nesta apetência do país, por “pescadinhas de rabo na boca”… depois, no futuro, virão os queixumes… “de serem fritos, do colesterol, dos salpicos do óleo quente…”
Para concluir diria, com base na experiência, que mesmo que os “anónimos cansados” não tenham preocupações com o futuro dos filhos ou dos netos, não pensem que, há milagres e, escapam a nova “paulada”, eu já senti três e, a intensidade da dor vai sempre aumentando… mas, desde que pertençam ao grupo dos que, apenas, gostam de folgar as costas, entre cada paulada, diria que estamos, mesmo, nas mãos de egoístas ignorantes.
Do colesterol, dos bicos de papagaio…
Onde estão os misseis ?
Crise das Misses em Cuba?
http://news.bbc.co.uk/2/hi/7976207.stm
Portanto, os idiotas julgavam que Guantanamo era uma coisa, e segundo a Miss a única tortura ali era bailar e cantar o Guantanamera o dia inteiro.
Resultado – foi logo silenciada.
Logo ela que só queria a paz no mundo…
– Mira, Dayana, y tu quieres la paz?
– Pero non, prefiro Paris.
Water boarding… um desporto aquático?
http://www.jerhad.com/2007/12/pelosi-tho ught.html
What’s in a name!