Estar na moda significa seguir as tendências. Agora há a moda da alimentação saudável e do desporto. Ambas são benéficas e transformam positivamente a vida de quem as pratica. Os defensores das modas nefastas criticam as novas tendências e defendem as suas ideias de forma entusiasta.
Siga as tendências que contribuem para o seu bem estar.

Há duas alternativas. 1. Abster-se de tudo, ou quase tudo, e viver mais meia dúzia de anos. Melhor, aguentar mais uns anitos de sacrifícios cá por este mundo.
2. Gozar a vida e não viver tantos anos.
Mas para quê viver mais uns anos abstendo-se do que é bom?
Na era dos rankings e da quantidade em vez da qualidade acho que um grande número de pessoas opta, ou pelo menos diz que opta, pelo número 1.
O melhor é, à nascença, a pessoa ser metida dentro de um redoma a que se fornece oxigénio, alimentos, água, etc. Vai viver (em média) muito mais anos. Viver não, vegetar. Haverá muito mais centenários.
A vida é para ser aproveitada, mesmo que sem excessos.
Siga as tendências que contribuem para o seu bem estar.
Então suponhamos que uma pessoa se sente bem se estiver a vestir de acordo com a moda do momento. Conclui-se que essa pessoa deverá mesmo vestir de acordo com a moda do momento, qualquer que ela seja.
Desde que isso seja apropriado, não vejo porque não…
“Status é comprar algo que você não precisa,
com o dinheiro que você não tem,
para mostrar para quem você não gosta
a pessoa que você não é!”
Isso mesmo!
O desporto nem sempre é uma moda benéfica. Uma fisioterapeuta minha conhecida diz-me que cerca de metade dos pacientes dela correspondem a lesões sofridas na prática desportiva. Muitos desportos são extremamente perigosos em termos de lesões, incluindo lesões extremamente graves. A maior parte das pessoas que pratica desporto não se aconselha em relação ao desporto que pratica, ou então desvaloriza os conselhos que recebe, e incorre em graves riscos.
Antes de praticar qualquer desporto as pessoas deviam fazer uma avaliação médica, e assim poderiam praticar sabendo de antemão as suas limitações.
Não me refiro a limitações próprias de cada pessoa. Refiro-me a riscos próprios de cada desporto.
Por exemplo, o futebol, mesmo a nível puramente amador, é responsável por imensas lesões (nos pés, tornozelos, pernas, joelhos), algumas das quais podem ser bem graves. No esqui corre-se um risco sério de partir os joelhos. No trampolim pode-se partir a coluna e ficar paraplégico. E assim por diante. (Estou-me a referir a desportos praticados como atividade de lazer, não a nível profissional!)
Os fisioterapeutas, que sabem que têm que utilizar o seu corpo para ganhar a vida, são aconselhados, no decorrer do seu curso, a não se meterem a praticar tais desportos. Uma fisioterapeuta minha conhecida só pratica, por essa razão, desportos aquáticos (tipo surf, mergulho, etc), porque neles o risco de uma pessoa se lesionar em quedas ou choques é nulo.
Bem pensada essa questão dos fisioterapeutas.
Há sempre risco. Quem nasce arrisca-se a morrer (Cavaco Silva).
No post está escrito que o desporto é saudável. Eu dificilmente considero saudável uma atividade em que uma pessoa se arrisca a perder a saúde toda.
Alimentação saudável e desporto fazem de mim uma pessoa completamente démodée.
Neste particular, considero-me equilibrada qb mas de modo algum dentro das últimas tendências.
Nunca seria capaz de trocar uma bela fatia de queijo da serra por uma salada.
Esgrimo frequentemente com o colesterol e a TA elevados… Esforço- me por compensar, mas no fundo sei que não tento o suficiente.
Beijinho Joana. São excelentes, os seus pensamentos 🙂