Jornalismo (ou talvez: «jornalismo»)


escafandro,

Por esta razão não houve lugar a réplica ou contraditório, apesar de algumas das afirmações o exigirem. O texto final foi manuscrito por José Sócrates, datilografado fora da cadeia e regressou às suas mãos para sucessivas revisões. A versão definitiva acabou por chegar ontem, ao fim da manhã.

TSF, sobre a «entrevista» a José Sócrates realizada em conjunto com o DN. Duas questões: foi mesmo ele quem escreveu o texto? E quantos exemplares do jornal foram comprados pelos seus amigos e familiares?

0 comentários em “Jornalismo (ou talvez: «jornalismo»)”

  1. Admira-me muito: pois se o o cavalheiro até escreve livros directamente em Francês, livros esses prefaciados por Lula da Silva e a cujas sessões de lançamento estão presentes ilustres como Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento, para ele, entrevistas em português de Vilar de Maçada só podem ter uma dificuldade de nível zero…

  2. O dali de baixo que sistematicamente censura quando se comenta algo como:

    A Câmara de Lisboa, liderada por António Costa, dá emprego a pelo menos 30 ‘boys’ do PS, muitos dos quais são familiares de deputados, autarcas e militantes históricos do partido.
    A autarquia justifica as contratações com “a natureza das funções, que exige elevada autonomia alicerçada num pressuposto de compromisso e confiança com o eleito, nomeadamente o cariz político inerente à função”, cita o Correio da Manhã.
    A lista de militantes do PS com emprego na câmara, diz este jornal, inclui, por exemplo, as mulheres dos deputados Marcos Perestrello e Duarte Cordeiro, a filha de Manuel Alegre, o marido da autarca de Odivelas ou a mulher de José Miguel Medeiros.

  3. Está certo, entendido “jornalismo”, aqui, como a repetição de “jornas” e “jorna” como o salário recebido por um dia de trabalho.

    Salário recebido pelo frete feito, portanto.

    Costa

  4. Não tenho visto muito contraditório nas notícias originadas nas fugas da acusação. Nem tenho visto ninguém muito preocupado com isso por estes lados.

    1. Certo (no que me diz respeito, admito que me é muito – mas mesmo muito – difícil empatizar com o preso 44). Mas podiam ter evitado chamar-lhe entrevista. Digamos: “Comunicado de José Sócrates em formato de pergunta e resposta”.

  5. Tenha dó; os pobres deve ser só furos com tanta alfinetada; ele são as fotocopias, os amigos do coração, as amizades que pagam mais coisas do que a uma de luxo, o odio ao sistema bancario e vexa ainda alfineta mais; tenha dó dos pobres PS

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