Enquanto a presumível futura presidente vai a tratamentos talvez nalguma clínica do Bundestag, outro candidato tem em casa a mais alta condecoração civil alemã. Pelo meio, a populaça da praça decidiu suspender a democracia e optar por processos revolucionários que bolcheviques e SA’s não desdenhariam. O próximo passo, imagino, será um enforcamento público, talvez juntamente com alguma amante.
A coisa ainda poderá correr bem, mas a cada dia duvido mais.

A Alemanha anda a especializar-se no tratamento médico de amigos de Leste. Antes foi o Khodorkovsky, agora a Timotchenko. Tudo boa gente, fina e muito honesta. Que pena estaem doentes.
É para quem pode, caro Luís, não para quem sabe. E os alemães podem muito…
Caro João,
A 2ª Guerra Mundial acabou há pouco menos de 70 anos, ou seja, ontem – mais ainda quando a guerra fria manteve muita coisa preservada de forma criostática. E é preciso ver o que se passou para aquelas bandas…
Ainda por cima com o frio que vai fazendo por lá. Dá para uma bela conservação.
Além disso não está na natureza dos eslavos esquecer.
o objectivo da União Europeia/NATO/Estados Unidos foi levar o caos para a Ucrânia…só pode! num país falido!!!??…com fortes relações económica-sociais-militares à Rússia, desde há vários séculos…vários séculos…vários séculos…
Não são assim tantos. Entre os séculos XIV e XVII foi polaca. Só no final do XVIII foi russa e não a totalidade.
É verdade, mas isso não impede que tivesse sempre relações próximas com a Rússia.
A Ucrânia sempre foi mais uma região e uma língua que realmente um país. Era um entreposto de impérios, que ficavam com aquele espaço quando caminhavam em direcção a leste ou oeste.
O estar falida épouco importante. A importância geoestratégica não se mede no bancos. Além disso há outros recursos naturais úteis.