Existe uma legitimidade de origem, obtida pelo voto popular. Mas entre eleições há a legitimidade de exercício, que nunca pode ser descurada.
Existe uma legitimidade de origem, obtida pelo voto popular. Mas entre eleições há a legitimidade de exercício, que nunca pode ser descurada.
Ora precisamente entre eleições é que ela nunca é descurada – para o bem e para o mal, como se diz em Alcácer do Sal…
Bem, quanto a cumprirem-se promessas eleitorais, estamos bácinádos.
Enquanto os canais permitidos para contestar o gato por lebre se limitarem a gritarias encomendadas dentro e fora do parlamento, de democratas e democracia teremos apenas máscaras e saltimbancos de subúrbio. O cidadão comum que não se vende por uma excursão paga ou um farnel para jornadas comandadas á distância está encarcerado e limitado a assistir ao circo de consciência violentada e mãos atadas.
Neste momento não há legitimidade alguma neste governo, nem obtida por voto popular, nem entre eleições. A partir do momento em que este governo entrou em governação, fez tudo ao contrário do que prometeu. Assim sendo que legitimidade têm eles? Nenhuma.
Pois há, até mesmo para a propagação da imoralidade.
O primeiro, segundo a notícia, tem 26 veículos ao serviço de seu gabinete e gastou-se uma pipa de massa com viaturas que seriam necessárias para as forças de segurança e emergência médica que poderiam ser adquiridas por entrega de parte das existentes, em substituição, às empresas locadoras.
Aqui vai: ustaram-7000-eurosmes-em-combustivel=f83 8826
http://expresso.sapo.pt/carros-de-passos-c