Devorei as Mafaldinhas todas. Sabia tiras de cor, e aquelas frazes de “resvalar na carapaça da indiferença” e tal. Mas Leonor, quando fui reler não há muito tempo, tive a certeza que o tempo tinha mesmo passado. Pareceu-me bastante datada. Naturalmente que se pode sempre extrapolar para situações actuais. Mas eu gostava muiiiito.
Fica a memória grata dos momentos bem passados, Maria do Sol. Também me aconteceu voltar aos livros e achá-los com o traço pouco definido, imagine-se, mas na minha puberdade e adolescência foram o máximo e ainda continuo a gostar.
Ora finalmente encontro-me em boa companhia. Também nunca fui dada à BD , e sempre senti um grande constrangimento em confessá-lo porque ficava sempre tudo a olhar para mim como seu eu fosse um alien …, mas a Mafaldinha era a Mafaldinha .
Olha a Mafalda, minha velha conhecida de há muito. Era uma das minhas BD favoritas, tenho a colecção completa. Como alguém disse, está hoje um pouco datada, o que nem é um defeito: cada obra é fruto do seu tempo. A partir de certa altura, o Quino pôs de parte a série jurando que não voltava – e até hoje tem cumprido a jura. Num género semelhante, mas ainda com mais graça e mesmo um toque de génio, destaco a inesquecível dupla Calvin & Hobbes.
Melhor banda desenhada do mundo!!!!!! Descobri a Mafalda na primária, quando ainda não sabia quem era Mussolini e tinha de perguntar à minha mãe o que queria dizer “escalão social”, até que fui crescendo e lendo mais. Absolutamente genial 🙂
Exactamente. Desperta o sentido crítico. É por causa da Mafalda que sou como sou!!! Pensava: se ela pode eu também posso. E sei tiras inteiras de cor, é a melhor BD de sempre!
A Mafalda era (é) impagável com a sua lógica e os seus raciocínios implacáveis. E o seu grupo de amigos era também de morrer a rir. Uma das BD’ s mais inteligentes que apareceram, sem dúvida!
Olha a Mafalda, uma das minhas heroínas! :))
Partilhamos a heroína, Teresa 😉
Minha cara Leonor
Devorei as Mafaldinhas todas. Sabia tiras de cor, e aquelas frazes de “resvalar na carapaça da indiferença” e tal. Mas Leonor, quando fui reler não há muito tempo, tive a certeza que o tempo tinha mesmo passado. Pareceu-me bastante datada. Naturalmente que se pode sempre extrapolar para situações actuais.
Mas eu gostava muiiiito.
:))
Fica a memória grata dos momentos bem passados, Maria do Sol. Também me aconteceu voltar aos livros e achá-los com o traço pouco definido, imagine-se, mas na minha puberdade e adolescência foram o máximo e ainda continuo a gostar.
Ma-ra-vi-lha!!!
Banda desenhada de inteligência.
Deve ter sido a única que li… e agora retiro-me, depois de ter confessado esta heresia 😉
Sou fã!
Não estás sozinha, Leonor: eu também li pouco mais de BD. Mas a Mafaldinha era uma paixão, e ainda lhe acho a maior graça.
É mesmo engraçada 🙂
Ora finalmente encontro-me em boa companhia. Também nunca fui dada à BD , e sempre senti um grande constrangimento em confessá-lo porque ficava sempre tudo a olhar para mim como seu eu fosse um alien …, mas a Mafaldinha era a Mafaldinha .
Agora que já o confessei, já passou, mas de facto, há algum pudor em admitir que a BD não faz parte das nossas leituras, Ariel
Olha a Mafalda, minha velha conhecida de há muito. Era uma das minhas BD favoritas, tenho a colecção completa. Como alguém disse, está hoje um pouco datada, o que nem é um defeito: cada obra é fruto do seu tempo. A partir de certa altura, o Quino pôs de parte a série jurando que não voltava – e até hoje tem cumprido a jura. Num género semelhante, mas ainda com mais graça e mesmo um toque de génio, destaco a inesquecível dupla Calvin & Hobbes.
Excato, Pedro, cada obra no seu tempo. São raras as que atingem a intemporalidade.
“destaco a inesquecível dupla Calvin & Hobbes.”
A minha BD favorita, Pedro.
até eu que nunca gostei de BD, adoro a Mafalda! 🙂
Será que a Mafalda é para quem não gosta de BD, Júlia?
Melhor banda desenhada do mundo!!!!!! Descobri a Mafalda na primária, quando ainda não sabia quem era Mussolini e tinha de perguntar à minha mãe o que queria dizer “escalão social”, até que fui crescendo e lendo mais. Absolutamente genial 🙂
Eu também era muito jovem mas já foi depois da primária. Estimulava-nos o sentido crítico e despertava-nos para a realidade social. Era muito giro 🙂
Exactamente. Desperta o sentido crítico. É por causa da Mafalda que sou como sou!!! Pensava: se ela pode eu também posso.
E sei tiras inteiras de cor, é a melhor BD de sempre!
Há livros que nos transformam, Daniela 🙂
A Mafalda era (é) impagável com a sua lógica e os seus raciocínios implacáveis. E o seu grupo de amigos era também de morrer a rir. Uma das BD’ s mais inteligentes que apareceram, sem dúvida!
Quem sabe o Manelinho não nos podia ensinar a superar esta crise, Luís. Sim, as personagens são muito engraçadas.