Exaspera-me com frequência, enternece-me de vez em quando, há períodos em que se ausenta, outros em que me domina e consegue ser insidioso ao ponto de, em mais ocasiões do que eu gostaria de admitir, chegar a parecer-me a melhor parte de mim. No fundo, tudo expectável mas, ainda assim, perturbador. Não entendo, muito menos controlo, o meu lado feminino.
Sou incapaz de arranjar título para isto e as sugestões dele são pavorosas
escafandro,

“O Armário Abre-se, com o Vento”.
Eh, os meus têm as dobradiças em tão mau estado que já não fecham há anos.
Jaa uma grande luta que para aí vai, em boa verdade nesta altura já nada se controla, nem um lado nem outro, são tempos de completo descontrole.

Mas não se angustie, alguma luz virá!
Luta? Nah, cada vez menos. Não vale a pena bater com a cabeça na parede. Elas ganham sempre. Perdão, queria dizer: ele ganha sempre. Aliás, não foi por acaso que escrevi que por vezes ele me domina mas não escrevi que noutras vezes eu o domino. Pensá-lo seria uma ilusão… 😉
giro
até o título
🙂
Err, obrigado. Para ser sincero, tenho, hum, a impressão de que foi ele o responsável por este post.
😀
Ahah, muito bom. Apetecia-me acrescentar alguma coisa, mas só me ocorre mesmo adjectivar…!
Obrigado. Não adjectives que eu corava. Ou seria ele?
Conserva-o. Um dia destes ainda te vai dar um jeitão.
(isto é o meu lado masculino a falar, está visto)