O escândalo da Libor explicado


Rui Rocha,

 

* Roubado (bem a propósito) aqui.

4 comentários em “O escândalo da Libor explicado”

    1. Concordo que seria mais correcta uma explicação que se concentrasse na forma arcaica de determinação da Libor e na manipulação do mercado propriamente dita e que se concentrasse menos em forçar a evidência das consequências negativas quando estas, em rigor, podem ser positivas ou negativa conforme os casos. Não deixa de ser verdade, entretanto a máxima da arma para roubar o banco e do banco para roubar o mundo. Por outro lado, mesmo em peças elaboradas por pessoas e instituições com presumível proficiência técnica as explicações também não foram grande coisa. E não tinham imagens tão engraçadas.

      1. O(s) banco(s) ao manipularem a LIBOR para baixo apareceram mais sólidos e fizeram mais negócios – quer por aparecerem mais sólidos quer por os juros serem mais baixos – a manipulação beneficiou quem pede empréstimos ao banco e prejudicou quem empresta dinheiro ao banco.
        Ou seja os bancos agradaram a todos os políticos socialistas e aos monetaristas dos bancos centrais que manipulam as taxas de juro para serem o mais baixo possível e ganharam ao fazerem mais negócio, que é o que todos os políticos querem para terem dinheiro para o Estado Social de Corrupção…

        Ou seja desta vez os críticos já querem a LIBOR com juros altos, pelos vistos já não são juros “usurários”…

        1. É por isso que digo que crítica pertinente é a que se dirige à manipulação do mercado em si. Coisa que não deve ter acabado com este episódio da Libor. E que também não começou aí.

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