LIVE AND LET
Com o tempo, as bravatas foram dando lugar à acalmia. Praticante de muitos anos de um live and let die que aplicava a torto e a direito e lhe trouxera muitos dissabores, foi passando placidamente ao live and let live e por fim, já pacificado e feliz no conforto do seu promontório, rendeu-se ao leave and let live. Até que chegou a hora do seu próprio die and let live.

Uma bela vida.
Redonda, Zé.
É um conto ínfimo e perfeito, como o círculo que a tua personagem descreve:)
O círculo é sempre perfeito, Teresa. Nós é que nem sempre gostamos dessa perfeição e fazemos tudo para acrescentar-lhe uns ângulos da nossa lavra.
A perfeição é monótona… 🙂
O circulo também. Prefiro o trapézio em que os lados podem ser todos diferentes. Que dizes?!
Digo que concordo contigo, claro. Sem esquinas não há surpresas, e quanto a isso estou inteiramente com a Sophia:
Pudesse eu não ter laços nem limites
ó vida de mil faces transbordantes
para poder responder aos teus convites
suspensos na surpresa dos instantes!