Claro que volta… desde que o rapaz seja possuidor de tacto, de um uma boa lábia e não se esqueça de comprar um gel de qualidade, que não cause irritações alérgicas… ela volta. Pode demorar um pouco mais, mas volta. Ah!!! E se puser a tocar o “lado Lunar” do Beluso… isso é tiro e queda.
O meu gosto, memória e olhos grafiteiros não esquecem esta outra frase (suponho que copiada de uma qualquer citação famosa) numa das ruas adjacentes à Praça do Comércio, em Lisboa: “Não existe caminho para a felicidade.A felicidade é o caminho”.
Essa já vi (já li). A ver se a fotografo um dia destes. À velocidade a que a câmara de Lisboa limpa as paredes dos edifícios, daqui a uma vintena de anos ou mais ainda estará cá.
Melhor só mesmo com um valente CARAGO! a seguir. Essa fantástica interjeição que ajuda ao ênfase do predicado.
PS. Devo o conhecimento destes termos a uma porta de w.c. da minha infância. O que é feito dela, pergunto-me eu… Provavelmente seguiu o conselho do Passos.
O pior neste post é o nome da praça. É verdadeiramente terrível o que a Câmara de Lisboa faz aos seus habitantes, condenando-os a viver em freguesias com nomes sanguinolentos como “Coração de Jesus” ou em ruas com nomes barrocos como “São João Bosco”.
Esta praça é vulgarmente conhecida por Praça (ou Largo) dos Prazeres. O mais irónico, neste caso, é a frase ter sido escrita no muro do cemitério. São João Bosco foi o fundador da Sociedade de São Francisco de Sales (vulgo salesianos). A praça, que tem a estátua dele, é precisamente onde se situa a grande escola dos salesianos, uma das mais importantes de Lisboa.
Se a praça é vulgarmente conhecida por “Largo dos Prazeres”, então deveria ser esse o nome oficial dela, que até é um nome prazenteiro. Que necessidade tem a Câmara de andar a inventar nomes de mau gosto?
E deu-te muito bem, Pedro. Era uma das coisas que gostava de fazer, sair despreocupada de máquina em punho. Quem mora na cidade tem outras vantagens mas hei-de ver se ainda encontro uma declaração que havia aqui perto e que dizia ‘Amo-te badoxinha’ 🙂
Amanhã já vejo se ainda lá está. Na aldeia também há amor e graffitis.
Tenho esta série dividida em três blocos: ‘Filosofia de parede’, ‘Política na parede’ e ‘romance na parede’. Vou alternando os temas, sempre que puder. Para evitar monotonias.
Temos de ajudar este rapaz, Pierre. Ainda por cima, ele gosta de consoantes mudas
A Mart(h)a ampliou-lhe a consoante. Nada de muito espantoso, tirando o facto de isto estar escrito no muro do cemitério. Espero que não se trate de um caso de necrofilia.
Claro que volta… desde que o rapaz seja possuidor de tacto, de um uma boa lábia e não se esqueça de comprar um gel de qualidade, que não cause irritações alérgicas… ela volta. Pode demorar um pouco mais, mas volta.
Ah!!! E se puser a tocar o “lado Lunar” do Beluso… isso é tiro e queda.
Depois do que escreveu na parede, basta-lhe pôr a tocar ‘Martha My Dear’, dos Beatles. É tiro e queda.
Ou queda e tiro. Neste caso a ordem dos factores é arbitrária.
Se mete Beatles, até eu sou gajo para voltar !!
O meu gosto, memória e olhos grafiteiros não esquecem esta outra frase (suponho que copiada de uma qualquer citação famosa) numa das ruas adjacentes à Praça do Comércio, em Lisboa: “Não existe caminho para a felicidade.A felicidade é o caminho”.
Essa já vi (já li). A ver se a fotografo um dia destes. À velocidade a que a câmara de Lisboa limpa as paredes dos edifícios, daqui a uma vintena de anos ou mais ainda estará cá.
Sempre preferível à literatura de casa de banho.
São gostos…
Aos 10 anos, comecei a aprender com essa literatura que ainda hoje é verdade.
Há lá coisa melhor que ler numa parede de WC :
BIBA O PORTO ?
Melhor só mesmo com um valente CARAGO! a seguir. Essa fantástica interjeição que ajuda ao ênfase do predicado.
PS. Devo o conhecimento destes termos a uma porta de w.c. da minha infância. O que é feito dela, pergunto-me eu… Provavelmente seguiu o conselho do Passos.
O pior neste post é o nome da praça.
É verdadeiramente terrível o que a Câmara de Lisboa faz aos seus habitantes, condenando-os a viver em freguesias com nomes sanguinolentos como “Coração de Jesus” ou em ruas com nomes barrocos como “São João Bosco”.
Esta praça é vulgarmente conhecida por Praça (ou Largo) dos Prazeres. O mais irónico, neste caso, é a frase ter sido escrita no muro do cemitério. São João Bosco foi o fundador da Sociedade de São Francisco de Sales (vulgo salesianos). A praça, que tem a estátua dele, é precisamente onde se situa a grande escola dos salesianos, uma das mais importantes de Lisboa.
Se a praça é vulgarmente conhecida por “Largo dos Prazeres”, então deveria ser esse o nome oficial dela, que até é um nome prazenteiro. Que necessidade tem a Câmara de andar a inventar nomes de mau gosto?
Adoro este tua série, Pedro.
Vê lá tu para o que me havia de dar, Leonor. Deve ser deste sol de Inverno.
E deu-te muito bem, Pedro. Era uma das coisas que gostava de fazer, sair despreocupada de máquina em punho. Quem mora na cidade tem outras vantagens mas hei-de ver se ainda encontro uma declaração que havia aqui perto e que dizia ‘Amo-te badoxinha’ 🙂
Eheheh. Essa é fantástica.
Amanhã já vejo se ainda lá está. Na aldeia também há amor
e graffitis.
Tenho esta série dividida em três blocos: ‘Filosofia de parede’, ‘Política na parede’ e ‘romance na parede’. Vou alternando os temas, sempre que puder. Para evitar monotonias.
Temos de ajudar este rapaz, Pierre. Ainda por cima, ele gosta de consoantes mudas
Mas esqueceu-se do H em “volthas”… porque seria?

A Mart(h)a ampliou-lhe a consoante. Nada de muito espantoso, tirando o facto de isto estar escrito no muro do cemitério. Espero que não se trate de um caso de necrofilia.
Caramba, não tinha reparado nisso.
Coitado, ao que parece a Martha nunca mais lhe vai ampliar a consoante… 😉
E depois vem o professor Malaca e limpa-lhe a dita. Consoante.
Livra! Apesar de tudo, antes essa… lol