«Moody’s corta ‘rating’ a nove bancos portugueses», conforme se lê logo no título da notícia. Mas há mais bancos portugueses? O jornalista não o diz. Ficamos sem saber se há bancos que escaparam ou se a Moody’s cortou o rating a todos os bancos portugueses. O que é bastante diferente, excepto para este jornalismo feito à pressa.
Nove igual a todos?
jmmcc,

Manifesto publicamente o meu contentamento por continuar a não aparecer neste tipo de notícias o nome da Caixa de Crédito Agrícola.
Boa ressalva.
Banco português? Só conheço o Banco de Portugal.
Mesmo esse… Não sei, não… Quando o país está empenhado ao estrangeiro…
O Constâncio é que sabia disso, mas afastaram-no!!!
hehehe… ohohoh!… o Constâncio, essa figura dinossáurica que nem sei bem se ainda existe…
Existe, sim. Está no parque jurássico europeu.
Mas esse também não está falido? Parece-me, ou estou equivocado?
Pouco interessa saber se terão sido todos os nossos bancos, ou se algum deles escapou a que a Mood’s lhe cortasse, para já, o rating . O que se sabe é que o que se passa com a banca pouco ou nada difere da situação caótica das finanças e da economia do país, isto é, tanto aquelas como estas, e, já agora, o país no seu todo, estão, realmente, na situação de ‘lixo’, falidos, sem pilim, na bancarrota. Mas, digam-me lá, que foi feito dos rios de dinheiro, dos milhares de milhões de euros que, durante anos e anos (e ainda continua) nos chegaram de Bruxelas, à borla, para que o falso engenheiro Sócrates e o seu (des)governo, mais o seu exército de boys , nos tivessem levado a estarmos , assim, tão angustiados, dependurados sobre o abismo desta vil desgraça, em recessão permanente, com tantas e tantas famílias, sem dinheiro nem pão para porfem na mesa para os filhos, a terem de recorrer à caridade pública, sobretudo às Obras sociais da Igreja? No I Plano de Fomento de 1953-1958, que veio a ter os resultados de que, nos anos 60, Portugal crescesse 25% do PNB e a população portuguesa crescesse em 300.000 habitantes , Salazar Dizia: “(…) Mas podemos sentir orgulho em afirmar que é filho (o PF ) dos mesmos princípios e se integra no nobre pensamento de alcançar, não com frases literárias, mas com realidades concretas atingíveis, para cada braço uma enxada, para cada família o seu lar, para cada boca o seu pão.”
E voltou a haver pão para cada boca. O que o diabo amassou.
É tudo uma comédia, continua a ser… 🙁
Beijinhos
Tudo, mesmo tudo, sim.
Como a Banca comprou muita dívida publica portuguesa que já deveria ser lixo há muito…