Subsídios para o estudo do uso do fato sem gravata – 4


Ana Cláudia Vicente,

[Ricardo Trêpa (ataviado p/Dielmar), actor/modelo/restaurateur]

 

Em chegando o fresco, divisa-se ampla oportunidade para preenchimento (ou deflexão da atenção) do que os mais ortodoxos designam por lacuna gravatal: há espaço para toda a sorte de lenços, cachecóis, coletes, casacos, camisolas, etc. Esta é, seguramente, em termos de estilo, das estações em que os homens têm mais margem de expressão. Mais uma razão para o Outono ser das minhas alturas favoritas do ano.  

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14 comentários em “Subsídios para o estudo do uso do fato sem gravata – 4”

  1. O neto de Monsieur Oliveira costuma ficar bem, com ou sem gravata.
    É lícito inferir do post que aprecias as estações do ano em que os homens têm mais margem de expressão. Moi aussi, tanto o Outono como as margens de expressão. 🙂

        1. eheheh;) Tal e qual. Nada gira nos M.de O.
          Netos do avô, filhos de papá… teremos sempre disto (falo dos que não são mais do que isso). Neste caso, só posso dizer – vá lá… – que é mais bonito do que o avô.

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