Vejo milhares de pessoas nas praias trabalhando afanosamente para o bronze e não consigo deixar de pensar que esta falta de ambição nos define. Apontamos baixo. Porque não trabalhamos para o ouro ou, no mínimo, para a prata?
14 comentários em “Bronze”
Acho que enjoámos o ouro desde a aventura no Brasil… trouxémos q.b. 🙂 A prata que o de Santa Comba juntou foi toda no 25… Somos, afinal, um povo discreto: chega-nos o bronze. Não é qualquer um que sabe descer na vida, exige muita arte….:)
Mas não é esse seguramente o caso do comentário. O post é que está demais! Acho que quando este ano for trabalhar para o bronze (…a troika ainda não me deixou…) me vou lembrar constantemente desta tua saída, jaa! (Sim, sou uma cota, adoro banhos de sol, enfim, uma eco-excluída rematada 😉
eh, eh… eu passo pelos mesmos estágios de cor, mas o facto é que quando apanho sol por fora também apanho sol por dentro ;). Quanto aos auto bronzeadores, detesto igualmente, subscrevo o asco.
O que está a dar é trabalhar para o bronze. E para o cobre.
Mesmo assim, é mais fácil (excepto para uns quantos) conseguir o bronze do que o cobre. Mas ambos se vão rapidamente: o bronze por acção dos processos naturais do corpo, o cobre por acção do Ministério das Finanças.
Considerando que já deve ter voltado, espero que não tenha apanhado um escaldão…
E “E foi assim que em Portugal nasceu o fado” é uma citação? De que fado? Confesso que o fado não é a minha especialidade. Até como estudante de Coimbra, só fui à serenata da queima uma vez.
Já estou demasiado curtido para apanhar escaldões. De qualquer forma, agradeço o cuidado…
O fado também não é a minha especialidade. Isto é uma coisa que se diz e que, tanto quanto julgo saber, será de um fado da Hermínia Silva. Mas, posso estar completamente enganado – e garanto-lhe que não seria a 1.ª vez.
Acho que enjoámos o ouro desde a aventura no Brasil… trouxémos q.b. 🙂
A prata que o de Santa Comba juntou foi toda no 25…
Somos, afinal, um povo discreto: chega-nos o bronze.
Não é qualquer um que sabe descer na vida, exige muita arte….:)
Detesto quando os comentários são melhores do que o post.
Bom, também não te estou a fazer um grande elogio…
Para mim, post e comentário ficam empatados e têm medalha de ouro.
Medalha de ouro? Uau, até já estou a ouvir o hino e a ver a bandeira subindo no poste.
Snif, snif.
🙂
Mas não é esse seguramente o caso do comentário. O post é que está demais!
Acho que quando este ano for trabalhar para o bronze (…a troika ainda não me deixou…) me vou lembrar constantemente desta tua saída, jaa!
(Sim, sou uma cota, adoro banhos de sol, enfim, uma eco-excluída rematada 😉
Modéstia, modéstia…
Quanto a ires pensar neste post, é bem feito (diz o tipo de adora banhos de sol: http://escafandro.blogs.sapo.pt/54565.h tml).
eh, eh… eu passo pelos mesmos estágios de cor, mas o facto é que quando apanho sol por fora também apanho sol por dentro ;). Quanto aos auto bronzeadores, detesto igualmente, subscrevo o asco.
O que está a dar é trabalhar para o bronze. E para o cobre.
Mesmo assim, é mais fácil (excepto para uns quantos) conseguir o bronze do que o cobre. Mas ambos se vão rapidamente: o bronze por acção dos processos naturais do corpo, o cobre por acção do Ministério das Finanças.
Eu referia-me ao bronze das estátuas nos jardins públicos e cemitérios; e ao cobre dos cabos da PT e EDP…
Aqui deixo confessa a minha muito lusa “falta de ambição”: daqui a bocado também vou “trabalhar para o bronze”.
E foi assim que em Portugal nasceu o fado…
Considerando que já deve ter voltado, espero que não tenha apanhado um escaldão…
E “E foi assim que em Portugal nasceu o fado” é uma citação? De que fado? Confesso que o fado não é a minha especialidade. Até como estudante de Coimbra, só fui à serenata da queima uma vez.
(Eu não devia confessar estas vergonhas…)
Pois se não gostas de fado, fizeste tu lindamente!
Já estou demasiado curtido para apanhar escaldões. De qualquer forma, agradeço o cuidado…
O fado também não é a minha especialidade. Isto é uma coisa que se diz e que, tanto quanto julgo saber, será de um fado da Hermínia Silva. Mas, posso estar completamente enganado – e garanto-lhe que não seria a 1.ª vez.