É bom que no fim continue a ser tudo super


Sérgio de Almeida Correia,

 

De um “superministro” que ainda há meses perguntava se “(…) será mais justo um corte dos salários?” ou que “os portugueses tenham que pagar ainda mais impostos para que possamos manter o despesismo e o clientelismo do nosso Estado” até agora só tivemos “super bocas” e “super contratações“. E se assim é, natural será que no fim também se exijam “super resultados”. Pelo meu lado não deixarei de fazê-lo, já que estas coisas devem ser todas, já nem digo “super”, mas pelo menos proporcionais ao investimento e à riqueza discursiva.  

Um comentário em “É bom que no fim continue a ser tudo super”

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *