Então?


escafandro,

Sentiram falta dos outdoors?

15 comentários em “Então?”

    1. É verdade, João. Também há um exemplar aqui no Campo Alegre (e provavelmente noutros pontos da cidade). Mas o PS de Sócrates não conta – é dado assente que não cumpre promessas. Já não foi nada mau que PSD e CDS tivessem cumprido. Mas, para que não nos habituemos mal, estou certo de que quebrarão algumas rapidamente…

  1. “A nossa Europa”

    Vou a Nova Iorque de avião
    Tem que ser no jacto privado
    Que estou um pouco apressado
    São despesas de representação

    Na Tiffany’s compro um broche
    É oferta pr’a uma grande amiga
    Não que tenha o rei na barriga
    É apenas um pequeno deboche

    Depois de viagem tão cansativa
    Num paraíso mereço descansar
    Não me resta muita alternativa

    Pois, até parece que és bruxo
    Na Papua fico de papo pr’o ar
    No requinte dum resort de luxo.

    1. poetazarolho: o poema está bom e adequa-se à actualidade mas talvez não a este post. Até porque, colocado num outdoor, ia provocar imensos acidentes – seriam demasiadas palavras para ler ao volante.

      1. O poetazarolho visita outro blog que eu tambem visito,faz uns poemas com muito sentido de humor,mas sempre fora do tema do post .

    1. Precisamente. E agora que a poluição visual está razoavelmente controlada, só temos de convencer os partidos a tomarem medidas para controlar a poluição sonora. Bastava que candidatos e apoiantes estivessem calados durante – vá, não exageremos – 80% do tempo. E ainda sobrava o suficiente para expressarem todas as ideias importantes. Mas vai ser mais difícil.

    2. Pois eu tenho me deparado diariamente com um do Sócrates no acesso ao novo hospital de Braga. E sempre que o vejo, dá-me uma enorme vontade de despistar o carro…

  2. Temos de facto as ruas ainda mais arejadas, jaa. Predisse o fenómeno aqui há algum tempo, chamando a atenção para que desgraçadamente a poluição político-partidária é hoje feita pelas redes sociais e blogues – até já com encontros entre líderes e bloguistas. O cancro não se curou, apenas se espreguiçou.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *