JANE RUSSELL
Os homens preferem as louras? Eu, quando vi o filme que mais contribuiu para a popularidade de Marilyn Monroe junto do público americano, só tinha olhos para a outra. A morena Jane Russell era a amiga da dumb blonde nessa fita genial de Howard Hawks em que ambas juravam, cantando, que o diamante é o melhor amigo de qualquer mulher. Não havia código moral em Hollywood que resistisse: cada cena em que ela entrava tinha uma óbvia carga erótica que as entrelinhas da época só acentuavam. “A kiss on the hand may be quite continental, / but diamonds are a girl’s best friend.”
Já fora assim contracenando com Robert Mitchum em Macau, um dos mais insólitos filmes negros de todos os tempos. Deram-lhe outros papéis meritórios – por exemplo, em The Paleface, um western divertidíssimo ao lado de Bob Hope, e The Tall Men, um western ‘sério’ com Clark Gable. Mas o papel da vida dela será sempre aquele em que desce uma escadaria e consegue ofuscar a gloriosa Marilyn. Poucas mulheres se puderam gabar do mesmo.
Nasceu a 21 de Junho de 1921 (tem 89 anos)


Não sei se tem piada ou sequer se é curioso, mas estou muito de acordo contigo: ela é a mulher que levamos connosco no fim, naquele caso em que era suposto o contrário. E não por acaso, como outros filmes dela deixam confirmar.
O duo Jane Russell-Marilyn Monroe em ‘Os Homens Preferem as Louras’ é dos melhores de sempre no cinema. A Marilyn está fantástica, mas sempre preferi a morena, não a loira.
Não há dúvida de que beleza e delito se conjugam no mesmo tempo verbal. Jane Russell só ficaria aquém na presença de Olivia de Havailand, minha actriz favorita.
Bom gosto, o seu. Olivia de Havilland estreou esta minha série, como pode ver (e ler) clicando por cima da etiqueta ‘sobreviventes’, no fim do texto.
Era uma mulher imponente.
Sem qualquer dúvida. O multimilionário Howard Hughes, por exemplo, ficou rendido ao… hum… talento dela.