Falo de mim – só falo
Daquilo que conheço.
O resto… calo
E esqueço.
Espero que a Ana Paula Laborinho não se esqueça dele. E que em Macau lhe seja prestada a homenagem que ele merece por tudo o que fez por essa terra, em prol da língua e de uma cidadania livre, culta e inclusiva.


Um senhor. Aprendi teatro com António Manuel Couto Viana em Macau e cheguei a representar duas ou três peças encenadas por ele, como foi o caso d’«O Mar», de Miguel Torga (representada na presença do próprio Torga).
Caro Sérgio
Subscrevo inteiramente. Perdeu-se um homem bom e um marco importante da nossa cultura. Numa tarde húmida e chuvosa de Macau, Couto Viana passou o tempo a falar da importância da liberdade. A meu lado, perguntaram-me: “Mas ele não é salazarista?”. Respondi: “Pelo que ouviste, não deve ser!”…
Abraço
“…El dueño fui de mi jardín de sueño,
lleno de rosas y de cisnes vagos;
el dueño de las tórtolas, el dueño
de góndolas y liras en los lagos…”
morreu um poeta,acende-se mais um luzeiro na noite.