A Praia das Maçãs é pra esquecer ou pra elogiar. Durante muitos anos a Praia da Maçãs e a vizinha Praia Grande foram praias para esquecer aquele dia da ida à praia: tempo encoberto e preia-mar perigosa sem alternativa. Ainda foram feitas piscinas para segurar os banhistas nos dias cinzentos, mas a Costa e as praias da Linha ganharam a nova escolha, embora nos últimos anos o tempo tenha mudado e haver bons dias de praia, para uma visitas em fins de semana. A fotografia é bonita mas enganadora, nota-se ser uma pequena praia que na preia-mar é muito perigoso entrar na água. Eu que o diga, uma vez só me safei por não ter batido contra nenhuma rocha. A Praia em si não tem nada de especial, embora toda a envolvência do lugar seja interessante. Este ano ainda não fui para aqueles lados. No ano passado não gostei do Neptuno por me servirem um besugo grelhado diferente do que me foi mostrado. Durante vários anos, em Abril, fui à festa do mexilhão que se organizava nos vários restaurantes e outros locais populares. Prefiro a Praia Grande do Rodízio, agora que na parte sul a maré abriu uma bela praia para mergulhos da falésia.
Olhando a fotografia, verifico que ainda há muito espaço de praia para trás da bóia do salva-vidas e para trás do passadiço de acesso ao areal. Ora, suponho que ambas essas coisas (a bóia e o passadiço) não fiquem cobertos por água nem na preia-mar.
Concluo portanto que a praia tem bastante espaço mesmo na preia-mar.
balio, está a ver mal ou não conhece o que acontece na preia-mar. Repare, também acontece na Praia Grande do Rodízio, a acentuada inclinação que se nota na areia devido à rebentação das ondas na preia-mar. O perigo é precisamente nesses locais, quando vai subindo a maré, com os fundões e a forte movimentação das ondas. Não é igual em todos os areais, há “tapetes” mais extensos e fixos desde centenas de metros dentro e fora da água não cavando, antes espraiando, a ondulação das marés pelo areal.
Eu diria que na maior parte das praias da costa ocidental portuguesa, e na maior parte das ocasiões, entrar na água é assaz arriscado, tanto na preia-mar como na baixa-mar. As ondas são fortes e há correntes que arrastam o banhista para longe da praia.
Por isso mesmo eu somente frequento praias que, por estarem protegidas (por pontões, etc), garantem um banho seguro.
Tenho dificuldade em entender como é que pessoas que nadam mal ou não sabem nadar de todo insistem em entrar no mar. Como se houvesse falta de banheiras.
Por acaso (ou talvez não) algumas das pessoas que morrem afogadas são pessoas que nadam bastante bem. É isso que as leva a arriscar mais. Tive um amigo, excelente nadador, que morreu aos 18 anos na praia do Sul, na Ericeira.
algumas das pessoas que morrem afogadas são pessoas que nadam bastante bem
Uma pessoa à tona da água tem muito pouca noção da distância, de se se está a aproximar da costa ou a afastar-se dela. A pessoa nada mas não vê com clareza se progrediu alguma coisa ou se, pelo contrário, se está a afastar cada vez mais da costa. Quando constata com alguma certeza que de facto se está a afastar da costa, o pânico instala-se, o cansaço de tanto nadar com tão mau resultado também, e pode já ser tarde de mais.
Como se houvesse falta de banheiras
Eu o que digo é que as pessoas, mesmo que saibam nadar, só devem entrar na água em locais que se assemelhem a banheiras, ou seja, onde haja uma proteção qualquer que faça com que o mar não esteja muito aberto. E devem verificar se há outros banhistas nesse local: se eles lá estão, é porque o local é seguro, caso não o fosse, já teriam sido arrastados.
Fui lá de passagem na Primavera e pareceu-me agradável. Sou bem capaz de lá voltar algumas vezes no Verão.
Uma das “minhas” praias, com um dos “meus” restaurantes, o Neptuno.
A Praia das Maçãs é pra esquecer ou pra elogiar.
Durante muitos anos a Praia da Maçãs e a vizinha Praia Grande foram praias para esquecer aquele dia da ida à praia: tempo encoberto e preia-mar perigosa sem alternativa.
Ainda foram feitas piscinas para segurar os banhistas nos dias cinzentos, mas a Costa e as praias da Linha ganharam a nova escolha, embora nos últimos anos o tempo tenha mudado e haver bons dias de praia, para uma visitas em fins de semana.
A fotografia é bonita mas enganadora, nota-se ser uma pequena praia que na preia-mar é muito perigoso entrar na água. Eu que o diga, uma vez só me safei por não ter batido contra nenhuma rocha.
A Praia em si não tem nada de especial, embora toda a envolvência do lugar seja interessante.
Este ano ainda não fui para aqueles lados. No ano passado não gostei do Neptuno por me servirem um besugo grelhado diferente do que me foi mostrado.
Durante vários anos, em Abril, fui à festa do mexilhão que se organizava nos vários restaurantes e outros locais populares.
Prefiro a Praia Grande do Rodízio, agora que na parte sul a maré abriu uma bela praia para mergulhos da falésia.
preia-mar perigosa sem alternativa
Olhando a fotografia, verifico que ainda há muito espaço de praia para trás da bóia do salva-vidas e para trás do passadiço de acesso ao areal. Ora, suponho que ambas essas coisas (a bóia e o passadiço) não fiquem cobertos por água nem na preia-mar.
Concluo portanto que a praia tem bastante espaço mesmo na preia-mar.
Ou?
balio, está a ver mal ou não conhece o que acontece na preia-mar.
Repare, também acontece na Praia Grande do Rodízio, a acentuada inclinação que se nota na areia devido à rebentação das ondas na preia-mar. O perigo é precisamente nesses locais, quando vai subindo a maré, com os fundões e a forte movimentação das ondas.
Não é igual em todos os areais, há “tapetes” mais extensos e fixos desde centenas de metros dentro e fora da água não cavando, antes espraiando, a ondulação das marés pelo areal.
na preia-mar é muito perigoso entrar na água
Bem, eu uma vez ia ficando na Costa da Caparica.
Eu diria que na maior parte das praias da costa ocidental portuguesa, e na maior parte das ocasiões, entrar na água é assaz arriscado, tanto na preia-mar como na baixa-mar. As ondas são fortes e há correntes que arrastam o banhista para longe da praia.
Por isso mesmo eu somente frequento praias que, por estarem protegidas (por pontões, etc), garantem um banho seguro.
Tenho dificuldade em entender como é que pessoas que nadam mal ou não sabem nadar de todo insistem em entrar no mar. Como se houvesse falta de banheiras.
Eu nado razoavelmente bem.
Porém, em muitas situações mesmo quem nade bem pode ter dificuldade em safar-se.
Por acaso (ou talvez não) algumas das pessoas que morrem afogadas são pessoas que nadam bastante bem. É isso que as leva a arriscar mais.
Tive um amigo, excelente nadador, que morreu aos 18 anos na praia do Sul, na Ericeira.
algumas das pessoas que morrem afogadas são pessoas que nadam bastante bem
Uma pessoa à tona da água tem muito pouca noção da distância, de se se está a aproximar da costa ou a afastar-se dela. A pessoa nada mas não vê com clareza se progrediu alguma coisa ou se, pelo contrário, se está a afastar cada vez mais da costa. Quando constata com alguma certeza que de facto se está a afastar da costa, o pânico instala-se, o cansaço de tanto nadar com tão mau resultado também, e pode já ser tarde de mais.
Como se houvesse falta de banheiras
Eu o que digo é que as pessoas, mesmo que saibam nadar, só devem entrar na água em locais que se assemelhem a banheiras, ou seja, onde haja uma proteção qualquer que faça com que o mar não esteja muito aberto.
E devem verificar se há outros banhistas nesse local: se eles lá estão, é porque o local é seguro, caso não o fosse, já teriam sido arrastados.