Nos anos 1970 e 80, eu adorava o Festival da Eurovisão. E em criança, tinha uma memória fantástica. Algumas coisas ficaram. Sem ir ao Google: Esta canção representou a Espanha no Festival em 1973 (no vídeo, há imagens dessa actuação). A minha mãe adorou, queria que ganhasse. Mas ganhou o Luxemburgo, com a canção “Tu te reconnaîtras” (não me lembro do nome da intérprete). A Espanha ficou, salvo erro, em 2º lugar e em 3º o Reino Unido, representado por Cliff Richard, com a canção “Power To All Our Friends” (a minha favorita). Foi nesse ano, que o Fernando Tordo nos representou com a “Tourada”.
No ano anterior, em 72, o Luxemburgo também tinha ganho com “Après Toi”, interpretada pela Vicky Leandros. No ano seguinte, 1974, foi a vez dos ABBA com o seu “Waterloo” (ficando o nosso Paulo de Carvalho lá para o fundo da tabela).
“Eres Tú” tornou-se uma canção icónica em Espanha, Cristina. Meio século depois é cantada não apenas por quem era criança ou jovem desse tempo, mas também pelas gerações mais jovens. Um pouco à semelhança do que sucede entre nós, por exemplo, com “E Depois do Adeus”, do Paulo de Carvalho, ou os “Vinte Anos”, do José Cid. E merece: é uma belíssima canção.
Nos anos 1970 e 80, eu adorava o Festival da Eurovisão. E em criança, tinha uma memória fantástica. Algumas coisas ficaram. Sem ir ao Google:
Esta canção representou a Espanha no Festival em 1973 (no vídeo, há imagens dessa actuação). A minha mãe adorou, queria que ganhasse. Mas ganhou o Luxemburgo, com a canção “Tu te reconnaîtras” (não me lembro do nome da intérprete). A Espanha ficou, salvo erro, em 2º lugar e em 3º o Reino Unido, representado por Cliff Richard, com a canção “Power To All Our Friends” (a minha favorita). Foi nesse ano, que o Fernando Tordo nos representou com a “Tourada”.
No ano anterior, em 72, o Luxemburgo também tinha ganho com “Après Toi”, interpretada pela Vicky Leandros. No ano seguinte, 1974, foi a vez dos ABBA com o seu “Waterloo” (ficando o nosso Paulo de Carvalho lá para o fundo da tabela).
Et voilà
“Eres Tú” tornou-se uma canção icónica em Espanha, Cristina. Meio século depois é cantada não apenas por quem era criança ou jovem desse tempo, mas também pelas gerações mais jovens. Um pouco à semelhança do que sucede entre nós, por exemplo, com “E Depois do Adeus”, do Paulo de Carvalho, ou os “Vinte Anos”, do José Cid.
E merece: é uma belíssima canção.
A canção vencedora da Eurovisão, desse ano, já passou por cá. ancoes-com-meio-seculo-688-15051403
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/c
Pelo menos mais outras duas virão também.