«A receita fiscal regista a maior revisão em alta (+4 milhões de euros), com origem, sobretudo, nos impostos indirectos (+3,2 milhões de euros), particularmente o IRC. A evolução estimada tem subjacente o aumento de 20,9% dos impostos directos para o conjunto do ano (contra 5,4% no OE-2022), um ritmo de crescimento muito superior ao estimado no cenário macroeconómico para as remunerações (6,6%) e para a actividade económica (10,7%). A actual revisão encontra-se ancorada na expectativa da forte recuperação do IRC (+2,3 mil milhões de euros: +43,7% em contabilidade pública) e, em menor escala, do IRS (mil milhões de euros: +6,4%).»
Do relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental da Assembleia da República, sobre a proposta do OE
(sublinhados meus)

#aculpaédopassos!
E não se esqueçam que o Costa virou a página da austeridade
Chupa
Ora então o aumento da receita fiscal corresponde a um aumento de impostos directos.
Ainda bem que o Samuelson já morreu, senão coitado ainda lhe dava um ataque cardíaco.
Estranho, não li nos jornais, nem ouvi nas TVs a palavra “austeridade”.
Os Acordos Ortográficos que os jornalistas fazem dependendo de quem está no poder são muito curiosos.
Essa palavra passou de moda. Tornou-se indizível.